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BTG mantém visão otimista para o setor de celulose

O banco considera as recentes altas da fibra tanto na China como na Europa

O BTG Pactual está otimista com relação ao setor de celulose. O banco considera as recentes altas da fibra tanto na China como na Europa, os dois principais mercados de exportação brasileira.

O Brasil é o maior fabricante mundial de fibra curta (BHKP). Na China, a cotação da polpa para esse tipo de fibra subiu US$ 66,5 por tonelada em janeiro com relação a dezembro de 2020.

Na Europa, a fibra curta ficou estável neste mês. No entanto, houve aumento de US$ 30,4 por tonelada em janeiro de 2021 em comparação com o mês anterior.

Para a polpa de celulose de fibra longa (NBSK), houve aumento de US$ 114,6 por tonelada em janeiro de 2021 no comparativo com dezembro do ano anterior.

 

De acordo com o BTG, os preços de revenda chineses estão, atualmente, em US$ 493/t (estável no comparativo entre as semanas), o que significa um desconto de US$ 41/t para importação.

Cerca de 42% da produção de celulose no Brasil é exportada para a China, enquanto outros 32% são direcionados a Europa.

Considerando essas prospecções positivas, o banco reiterou, em relatório divulgado na sexta-feira, 15, a compra de ações da Klabin e da Suzano. “Nós mantemos nossa visão otimista sobre o setor e recomendamos a compra de Suzano e Klabin”, comentaram os analistas Leonardo Correa e Caio Greiner.

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