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CMPC investe em acesso privado para evitar impactos no trânsito local, em Guaíba-RS

CMPC

A partir de maio de 2015, a Celulose Riograndense vai ampliar sua capacidade de produção e, com isto, haverá o aumento da circulação de veículos de carga no entorno da fábrica, transportando matéria-prima e insumos vindos de várias partes do Estado do Rio Grande do Sul, através de rodovias, bem como celulose e papel produzidos pela empresa.

Atualmente, o transporte rodoviário é realizado principalmente através das BR’s 116 e 290. Os veículos que ingressam em Guaíba utilizam  entroncamento e o viaduto sobre a BR 116, passando pela Av. Castelo Branco para chegar até a fábrica. Para evitar o trânsito intenso de caminhões nas vias da cidade, a Celulose Riograndense decidiu investir cerca de 30 milhões de reais no desvio do tráfego pesado da área urbana, através da construção de um acesso privado, implantado sobre área de propriedade da fábrica. Esta é uma iniciativa voluntária da empresa visando à minimização de riscos e impactos sobre a comunidade.

Considerando que o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte – DNIT prevê a implantação de um viaduto na BR 116, próximo aos limites das propriedades da CMPC, originou-se a ideia de um traçado a partir dele até o site da fábrica. Com esta nova opção de acesso, o tráfego de veículos pesados será da BR 116 diretamente para o Acesso Privado, sem interferir nas vias municipais e no trânsito local. Desta forma, o trânsito na Av. Castelo Branco terá uma redução de veículos de carga, propiciando melhores condições para o deslocamento dos veículos de passeio e de pedestres.

O traçado selecionado percorre, em sua maior parte, áreas do Horto Florestal Cascata, atualmente com plantio de eucaliptos e duas áreas de extração mineral de propriedade da empresa. Ao todo, o Acesso Privado terá 4,6 quilômetros de extensão. As obras de execução do traçado iniciaram no mês de julho e atenderão às exigências estabelecidas pelos órgãos licenciadores, como o Departamento Estadual de Florestas e Áreas Protegidas (DEFAP) e Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente de Guaíba (SMAMA).

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