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Pulp Fiction: é difícil introduzir enzimas na produção de tissue?

Mito: As enzimas são difíceis de implementar.
Realidade: As soluções enzimáticas modernas podem, muitas vezes, ser integradas às operações existentes de tissue sem grandes mudanças em equipamentos, redesenho de processos ou interrupções na produção.

Os fabricantes de tissue avaliam constantemente novas tecnologias que prometem maior desempenho, menores custos e mais eficiência. No entanto, uma preocupação frequentemente atrasa sua adoção: a crença de que a implementação da tecnologia enzimática é complexa, disruptiva e exige muitos recursos.

A realidade costuma ser muito mais simples.

As soluções enzimáticas modernas foram desenvolvidas pensando nas operações industriais. Em vez de exigir amplas reformulações de processo ou grandes investimentos em equipamentos, normalmente são integradas aos sistemas de produção existentes com mínima interferência nas operações.

Isso é particularmente importante para os fabricantes de tissue.

As empresas precisam equilibrar continuamente maciez, resistência, eficiência produtiva e controle de custos. Ao mesmo tempo, enfrentam crescente pressão para melhorar o aproveitamento dos recursos e reduzir o consumo de energia. Portanto, qualquer nova tecnologia deve oferecer benefícios mensuráveis sem introduzir riscos operacionais.

A modificação enzimática das fibras oferece exatamente esse tipo de oportunidade.

Ao atuar diretamente sobre as características das fibras, as enzimas podem melhorar sua flexibilidade, hidratação e capacidade de ligação. Essas melhorias favorecem uma melhor formação da folha, o desenvolvimento da resistência e o desempenho geral dos produtos tissue.

No nível operacional, as fábricas frequentemente conseguem reduzir a intensidade do refino sem comprometer as especificações dos produtos. Dependendo da aplicação, a modificação enzimática das fibras pode ajudar a reduzir a demanda energética do refino, ao mesmo tempo em que mantém ou melhora propriedades importantes do tissue, como resistência e maciez. Menores exigências de refino resultam em menor consumo de energia e em uma produção mais eficiente, contribuindo para melhorias tanto econômicas quanto ambientais.

Talvez o mais importante seja que esses benefícios podem ser alcançados sem grandes mudanças nas práticas produtivas existentes.

Para os fabricantes de tissue, o desafio já não é mais saber se a implementação de enzimas é complicada demais. As tecnologias atuais foram desenvolvidas para se integrar perfeitamente às operações modernas das fábricas.

Para os produtores que buscam maior desempenho com menor intensidade operacional, a tecnologia enzimática oferece um caminho prático para melhorias sem interromper as operações existentes. A verdadeira questão é com que rapidez as fábricas podem começar a capturar os ganhos de eficiência e desempenho que essas soluções tornam possíveis.

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