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Certificações florestais demonstram o compromisso da Fibria com as melhores práticas de manejo, respeito ao meio ambiente e valorização social

Auditorias anuais verificam o manejo florestal e as condições de trabalho dos empregados nas operações florestais da empresa

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Com mais de 225 mil hectares de florestas plantadas de eucalipto em Mato Grosso do Sul e cerca de 100 mil hectares de áreas destinadas à conservação, a Fibria possui uma operação baseada na melhoria continua de seus processos, que utilizam as melhores práticas de manejo do setor, respeitando o meio ambiente com sua biodiversidade e contribuindo com o desenvolvimento sustentável das comunidades nos municípios onde atua.

As atividades florestais da Fibria são auditadas pelo Imaflora – Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola, que representa a certificação do FSC® (Forest Stewardship Council® que em português significa Conselho de Manejo Florestal) e se aplica a duas situações: às atividades de manejo florestal, plantações (certificação do manejo florestal), e à indústria que processa e comercializa produtos de origem florestal (certificação de cadeia de custódia).

A certificação florestal é um processo voluntário no qual a empresa busca, por meio de uma avaliação independente, demonstrar o compromisso em conservar os recursos naturais, proporcionar condições justas de trabalho e estimular boas relações com a comunidade. A certificação pode ser solicitada por empresas como a Fibria, que produzem celulose proveniente de florestas plantadas renováveis. Em Mato Grosso do Sul, a empresa tem 80,8% de sua área florestal certificada pelo
FSC®. Essa certificação foi conquistada e mantida desde 2009.

“Hoje, o mercado tem exigido cada vez mais das empresas um comportamento responsável e sustentável que garanta segurança nas operações e respeito ao meio ambiente, condições justas de trabalho, biodiversidade e às comunidades. Os requisitos para a implantação, renovação ou manutenção desses selos possuem exigências nas questões ambientais, sociais e econômicas, bem como o cumprimento de todas as leis (trabalhistas, previdenciária, tributária, ambiental) aplicáveis às nossas atividades florestais, sendo verificados com detalhes nas auditorias”, explica o gerente das áreas de Colheita e Silvicultura da Fibria, Tomás Balistiero.

Em junho deste ano, quando a empresa passou pela auditoria de manutenção da certificação FSC, empregados que atuam no campo foram entrevistados por auditores e puderam expor sua opinião sobre como a Fibria realiza seus processos. Dessa forma, foi verificado o atendimento aos requisitos exigidos pela norma FSC e a confirmação de que a empresa realiza suas atividades de maneira a respeitar todos os direitos trabalhistas, inclusive sobre condições sanitárias e da segurança do trabalho.

Bem estar do Trabalhador

A Fibria segue princípios, critérios e indicadores FSC para avaliação do manejo de plantações florestais no Brasil, segundo os padrões interinos do Rainforest Alliance.

São dez princípios que devem ser cumpridos e mantidos continuamente e a empresa tem se destacado ao longo dos anos e se preocupado com todas as práticas e leis vigentes. Como exemplo, podemos citar a aplicação do principio de número quatro: Relações Comunitárias e Direitos dos Trabalhadores, no qual as operações de manejo florestal devem manter ou ampliar o bem estar social e econômico dos trabalhadores florestais e comunidades locais no longo prazo. Toda essa prática é avaliada continuamente e diversas ações são desenvolvidas para garantir condições adequadas de trabalho.

Fomento ao desenvolvimento

A Fibria desenvolve ações que promovam a geração de renda e o desenvolvimento sustentável nas comunidades onde atua, com o objetivo de capacitar a população local a assumir o protagonismo de seu próprio crescimento. Nos últimos cinco anos, a empresa já realizou um investimento superior a R$ 15 milhões no apoio a projetos socioambientais, que beneficiaram cerca de 30 mil pessoas.

Como exemplo, a Unidade desenvolve o Programa de Desenvolvimento Rural e Territorial (PDRT), que beneficia diretamente 640 famílias de agricultores familiares residentes em sete assentamentos localizados no perímetro de Três Lagoas, Brasilândia e Selvíria. A iniciativa promove o desenvolvimento local por meio do fortalecimento das associações comunitárias e suas redes, focando o apoio às cadeias produtivas e promovendo capacitações.

Monitoramento Ambiental

Para avaliar a qualidade do manejo florestal, a Unidade em Três Lagoas monitora três microbacias hidrográficas onde a empresa possui florestas, no Córrego do Moeda, Córrego do Periquito e no Córrego do Gerivá, que totalizam aproximadamente 842 km², ocupados também por matas ciliares e fragmentos florestais nativos.

A biodiversidade dos locais também é analisada, por meio do monitoramento de diversos grupos de animais silvestres, dentre eles, aves e mamíferos, verificando o comportamento das espécies no plantio de eucalipto e vegetação nativa. Já foram registradas 332 espécies de aves que representam cerca de 45% das espécies registradas no Estado do Mato Grosso do Sul. Devido à sensibilidade das aves, a presença delas em meio aos eucaliptos é fundamental para avaliar o impacto das operações e mostra
que muitas utilizam as florestas plantadas.

Sobre a Fibria

Líder mundial na produção de celulose de eucalipto, a Fibria possui capacidade produtiva de 5,3 milhões de toneladas anuais de celulose, com fábricas localizadas em Três Lagoas (MS), Aracruz (ES), Jacareí (SP) e Eunápolis (BA), onde está localizada a Veracel, em joint venture com a Stora Enso. Em sociedade com a Cenibra, detém e opera o único porto brasileiro especializado em embarque de celulose, Portocel (Aracruz, ES). A Fibria mantém cerca de 17 mil trabalhadores, entre empregados próprios e terceiros permanentes, incluindo Portocel, e está presente em 242 municípios de seis Estados brasileiros.

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