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ANDRITZ vai fortalecer presença e ampliar negócios em 2021

De acordo com Eduardo Fracasso, a sinergia entre a ANDRITZ Ag e a ANDRITZ Fabrics and Rolls será ainda mais estreita neste ano

A sinergia entre a ANDRITZ Ag e a ANDRITZ Fabrics and Rolls deve se estreitar neste ano. Segundo Eduardo Fracasso, presidente da ANDRITZ Fabrics and Rolls para América Latina, uma das líderes do mercado global no fornecimento de linhas completas de produção de tissue, componentes-chave e serviços, isso aumenta as possibilidades de crescimento do grupo.

“2019 e 2020 foram dois anos de integração dentro do grupo ANDRITZ, falando em acomodações e conhecimentos de produtos. Nesse sentido, em 2021, a sinergia vai ser mais estreita, porque a Fabrics and Rolls atuava da caixa de entrada para frente até a conversão, fornecendo vestimentas, revestimentos de rolos, rolos curvos, mantas shoe press e para fabricação de papel extensível; e a ANDRITZ Ag tem uma atuação forte em equipamentos de consumo, como, por exemplo, produtos utilizados na preparação de massa. Essas duas frentes vão se aproximar, com isso, nós vamos ter uma presença maior no mercado, com maior capilaridade em mais clientes e a possibilidade de crescer nosso negócio, nossas pessoas, como conhecimento e como profissionais”, comenta.

 

De acordo com o executivo, há ainda um segundo ponto nesse trabalho conjunto. “A ANDRITZ também tem algumas máquinas em processo de startup a partir de 2021, e já nesse novo modelo de integração de negócios, as vestimentas e os revestimentos também serão ANDRITZ. O escopo desse startup é o conjunto dessas empresas entregando uma máquina com uma performance garantida ao cliente final”, completa.

Eduardo ainda avaliou o mercado de celulose e as perspectivas para o segmento em 2021. “Celulose é um segmento de capital intensivo, em que é preciso trabalhar muito antes da efetiva demanda estar ocorrendo. Nossa região é privilegiada – seja pela área, pelo solo, pela água, pelas pessoas –, nós temos profissionais bastante competentes e disponíveis, o setor na América do Sul se tornou um importante player mundial nesse segmento, principalmente de fibra curta”, pontuou.

Em sua visão, a demanda por celulose e papel tissue deve continuar crescendo. “Na China, o consumo de tissue ainda é de 4 kg por pessoa. O Brasil também tem um consumo baixo, de 5 kg per capita, quando se compara com o Chile, que são 11 kg. Então, países como Brasil, Argentina, Peru, Colômbia e México também precisam crescer e colaborar com essa demanda, em nossa região. Nós vemos de forma muito positiva esse crescimento”, encerrou, destacando que a ANDRITZ participa de três grandes projetos, em celulose, na região, sendo um no Chile, um no Brasil e outro no Uruguai.

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