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Softys faz parceria com varejistas para se aproximar do consumidor

A líder no mercado brasileiro de tissue está disponibilizando papéis higiênicos e fraldas em redes como Magazine Luiza e Casas Bahia

A Softys, líder no mercado brasileiro de tissue e detentora das marcas Elite, Kitchen, Sublime, Babysec, Ladysoft e Cotidian, está fazendo parcerias com as principais varejistas do país, como Magazine Luiza e Casas Bahia, para vender papéis higiênicos e fraldas.

A estratégia da unidade brasileira empresa da Softys neste momento é a de chegar ao consumidor em todos os momentos – mesmo que seja comprando um eletrodoméstico. “Para atender melhor o nosso consumidor, nossa estratégia é oferecer nossas marcas onde ele está”, diz Luis Delfim, CEO da Softys Brasil.

Hoje, o cliente pode comprar os produtos da companhia num e-commerce próprio da marca no Brasil, em marketplaces como o Mercado Livre e também em canais mais tradicionais para a categoria tissue, como farmácias, supermercados, atacadistas e “atacarejos”. “A parceria com varejistas do porte como Magazine Luiza vem para trazer ainda mais comodidade, alcançando mais o consumidor no momento da compra”, comenta Delfim, no comando da operação brasileira desde 2018.

Por meio da parceria com a Magalu, a marca Babysec, líder em fralda infantil no Rio de Janeiro, está disponível em 30 lojas físicas na capital carioca desde janeiro. “A varejista, há algum tempo, vem otimizando os pontos físicos, transformando-os em verdadeiros centros de distribuição, facilitando a chegada de produtos aos consumidores”, explica Delfim.

Na Grande São Paulo, o negócio foi firmado com a Via, dona da marca Casas Bahia, disponibilizando o papel higiênico Elite em mais de 100 pontos físicos na região metropolitana.

Com a estratégia bem-sucedida, a empresa tem planos de expandir a linha de produtos e as regiões atendidas. “O on-line representou 5% das vendas em 2021 e, agora que estamos alinhando essa estratégia ao off-line, com as vendas nas lojas, esperamos dobrar o faturamento do canal nos próximos 12 meses”, conclui Delfim.

LIDERANÇA NO SETOR

Subsidiária de cuidados pessoais da fabricante de celulose chilena CMPC, a Softys detém 30% do mercado brasileiro de tissue. O negócio da empresa no país é enorme e, em termos financeiros, saiu praticamente ileso da pandemia.

Apesar de não divulgar números oficiais por país, a Softys faturou, no geral, US$ 578 milhões no primeiro trimestre de 2022 – alta de 14% em 12 meses –, segundo balanço da CMPC.

O Brasil corresponde a 40% da operação da Softys, que também mantém atividades no Chile, México, Argentina, Peru, Uruguai, Colômbia e Equador.

Nos últimos anos, a fatia da unidade brasileira da Softys cresceu com a aquisição de concorrentes do setor. Em 2019, a empresa comprou a paranaense Sepac por R$ 1,9 bilhão. No final do ano passado 2021, foi a vez da fluminense Carta Fabril, por R$ 1,14 bilhão.

A chegada da Softys ao Brasil, em 2009, também ocorreu via aquisição: à época, o alvo foi a Melhoramentos Papéis, de Caieiras, na Grande São Paulo, comprada pelo grupo chileno por R$ 120 milhões mais dívidas.

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