Gambini Brasil introduz tecnologia inédita de conformação térmica e impulsiona inovação no setor de tissue
Instalação dos primeiros equipamentos na Softys marca a chegada do sistema AirMill ao país, com ganhos em resistência, eficiência produtiva e otimização no uso de fibras
O setor de tissue no Brasil acaba de dar um passo importante em direção à inovação tecnológica. A Gambini Brasil realizou a instalação, na Softys, dos primeiros equipamentos de conformação térmica da fibra do papel em suas fábricas, marcando o início de uma nova etapa para a indústria nacional. A primeira unidade a receber essa tecnologia foi destinada ao produto toalha de cozinha, onde ocorreu o lançamento do novo produto Kitchen Ultra.
A tecnologia de conformação térmica da fibra representa uma mudança significativa no modo como o papel tissue é produzido. Diferentemente dos processos convencionais de gofragem a quente ou a frio, nos quais sempre haverá uma deformação mecânica da fibra do papel, causando invariavelmente a queda da resistência em relação ao papel base, o sistema AirMill utiliza a umidificação controlada e a conformação térmica para modificar a estrutura da fibra, criando uma nova arquitetura fibrosa do papel. O resultado é um produto com maior maciez, melhor volume, maior absorção e maior eficiência no uso de fibras — características cada vez mais valorizadas tanto pela indústria quanto pelo consumidor final.
Além do ganho de qualidade, a tecnologia traz benefícios relevantes do ponto de vista de eficiência produtiva e sustentabilidade. A nova estrutura da folha permite otimizar o uso de matéria-prima e reduzir a gramatura do papel, contribuindo para um processo mais eficiente e alinhado às demandas atuais de redução de impacto ambiental.
Os primeiros resultados já podem ser percebidos nos produtos que começaram a chegar às gôndolas dos supermercados. De acordo com as avaliações iniciais, os papéis produzidos com essa nova tecnologia AirMill apresentaram aumento de resistência à umidade transversal de até 64%, ao mesmo tempo em que permitiram, em algumas aplicações, a possibilidade de redução de aproximadamente 10% no uso de fibras. O ganho em volume do papel, outra característica natural desse tipo de processo, foi intencionalmente contido, uma vez que os ganhos obtidos foram muito expressivos na fase de desenvolvimento inicial dos produtos, evitando, dessa forma, aumento nos custos logísticos e de embalagem, mantendo a competitividade no mercado.
Para a Gambini Brasil, a chegada dessa tecnologia ao país representa mais do que a entrega de equipamentos: trata-se do início de uma transformação no mercado. A empresa tem como propósito “quebrar as barreiras tecnológicas do tissue, trazendo ao Brasil soluções já consolidadas em mercados mais avançados e adaptando-as às necessidades da indústria nacional”, relata seu diretor-geral, sr. Dineo Silverio.
A implementação nas plantas da Softys marca o começo dessa jornada. Com a introdução da conformação térmica da fibra, o mercado brasileiro passa a ter acesso a um novo patamar de qualidade e competitividade, abrindo espaço para o desenvolvimento de produtos diferenciados e de maior valor agregado.
Especialistas do setor avaliam que essa tecnologia pode desencadear uma verdadeira revolução no tissue brasileiro, estimulando investimentos em inovação e elevando o padrão dos produtos disponíveis no mercado.
Com essas primeiras instalações, a Gambini Brasil reafirma seu compromisso com a evolução da indústria e com a disseminação de tecnologias que ampliem o potencial produtivo e competitivo do setor de tissue no país.
Este artigo foi escrito pela equipe da Gambini. Você pode saber mais sobre a empresa e suas soluções visitando o site da companhia.

















