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Qualidade x Fatores Externos – O Papel Tissue no Brasil

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Publicamos ontem aqui no Tissue Online, uma matéria exibida no último domingo pelo Fantástico, da rede globo, que aferia o nível de qualidade de onze marcas de papel higiênico, atualmente comercializadas no Brasil, (leia aqui a matéria) dessas onze, seis foram reprovadas. O teste dividiu os produtos entre folhas simples e folhas duplas, que são as categorias de mais saída, dentro de um padrão, do consumidor brasileiro.

O teste, segundo a pesquisadora do Inmetro Maria Luiza Martins, foi impulsionado devido às constantes reclamações de consumidores espalhados pelo Brasil. As reclamações consistem basicamente na metragem dos rolos, ou seja, o consumidor aponta que não recebe a quantidade indicada na embalagem do produto, e também na qualidade do papel, porém ainda existem outros pontos indicados pelo consumidor brasileiro que por ano, utilizam quase 5 bilhões de rolos, aproximadamente.

Especificamente à qualidade do papel higiênico, existe uma reclamação em maioria por parte dos consumidores, quanto à textura do papel, bem como sua maciez. Uma pesquisa simples no site reclameaqui.com.br aponta diversas insatisfações dos clientes de grandes marcas, inclusive, de produtos premium.

Outro ponto, nos depoimentos de clientes, recolhidos na internet, é em relação à apresentação do produto final, como embalagem violada, ou até mesmo amassada, prejudicando os rolos dentro do pacote. Clientes também alegam receberem produtos danificados, rasgados e até sujos.

O setor brasileiro de Tissue está em constante ascendência, e isso, como em qualquer área, requer uma maior profissionalização, inclusive das grandes companhias. Mesmo sabendo que em sua maioria, tais reclamações possam ser casos isolados, uma vez que a cadeia produtiva é um ciclo que no geral, não compete unicamente ao fabricante. A questão é que o cliente não compreende.

O produtor, em si, não tem controle do produto quando ele sai da fábrica, isso envolve, transporte, condições climáticas e armazenamento, portanto até que chegue às mãos do consumidor, há um processo, que nem sempre, é ideal, podendo acarretar problemas na embalagem e até mesmo no produto.

Como o papel higiênico é um produto absorvente, se ele se encontrar com a embalagem violada, pode ter alterações na textura, e no cheiro, perdendo o aroma oferecido, isso tudo de acordo com o ambiente de armazenamento, não tendo ligação direta com o processo produtivo.

Porém, quando se trata da qualidade do produto apresentado, deve se ter mais cuidado e atenção para que as premissas de qualidade vendidas sejam as mesmas do produto entregue, pois nem sempre há uma tolerância, e isso pode prejudicar a imagem, inclusive de uma grande companhia, mesmo que, repetindo, sejam casos isolados.

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