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Celulose Notícias

Peças da nova fábrica da Klabin chegam pelo Porto de Paranaguá

klabin

As peças da nova fábrica da Klabin, em Ortigueira, nos Campos Gerais do Paraná, começam a chegar pelo Porto de Paranaguá. Os 79 volumes, que foram descarregados no final da tarde desta terça-feira (2), vieram da Finlândia e compõem apenas a primeira remessa. São peças de vários tamanhos que pesam, no total 619 toneladas.

Maior investimento privado da história do Paraná, o empreendimento da Klabin, denominado projeto Puma, é apoiado pelo governo estadual por meio do programa Paraná Competitivo. Serão aplicados R$ 6,8 bilhões na fábrica e em obras complementares de infraestrutura, feitas em parceria com o Estado. A fábrica vai produzir 1,5 milhão de toneladas de celulose por ano. A previsão é que comece a funcionar em 2016.

IMPACTO DIRETO – “O projeto Puma trará impacto positivo direto para o Porto de Paranaguá”, afirma o diretor empresarial da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Lourenço Frogonese. “Estamos descarregando as primeiras peças e, quando a unidade estiver produzindo, faremos também a exportação da primeira e de muitas cargas de celulose para o mundo”, disse ele.

Como informou a Klabin, os equipamentos descarregados no Porto de Paranaguá são parte do digestor para linha de cozimento; rosca transportadora do pátio de madeira; duas torres de armazenamento de madeira e materiais para fundação.

OUTRAS REMESSAS – A operação da carga da Klabin no Porto de Paranaguá foi realizada pelo TCP LOG, área do Terminal de Contêineres de Paranaguá especializada em soluções de logística integrada. Segundo a Klabin, outras remessas estão em trânsito e devem chegar ainda em dezembro. Novos carregamentos destinados ao Projeto Puma também já estão previstos para o início de 2015. Além da Finlândia, as peças virão da China, Alemanha, Estados Unidos e Suécia.

A unidade de Ortigueira terá capacidade de produção de 1,5 milhão de toneladas de celulose, sendo 1,1 milhão em fibra curta (para exportação) e o restante de fibra longa (parte para abastecer o mercado interno). O Projeto Puma prevê ainda ramal ferroviário, ligando a unidade e a ferrovia central do Paraná, por onde será escoada a produção diretamente até o Porto de Paranaguá.

aen.pr.gov.br