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Parafix aprimora relacionamento com clientes e fornecedores para enfrentar desafios do mercado

O setor de não tecidos andou na contramão dos demais setores durante o cenário pandêmico mundial. Para superar este momento, a empresa vem apostando em estreitar parcerias e otimizar matéria-prima

O mercado de não tecidos (nonwoven), segmento têxtil que é produzido por métodos não convencionais – ou seja, que não são produzidos por meio de tecelagem, urdidura e afins –, andou na contramão dos demais setores durante o cenário pandêmico mundial. 60% da produção desse mercado é destinada a produtos descartáveis, principalmente higiênicos e hospitalares e os outros 40% são destinados a bens duráveis, em setores como automotivo, construção civil e afins.

Com a chegada da pandemia da Covid-19, o segmento se viu em duas frentes: nos duráveis um consumo quase zero, sofrendo muito o impacto da freada repentina da economia, como se viu em demais setores, mas, em descartáveis, a demanda sofreu um exponencial aumento no mundo todo.

Os não tecidos vêm se tornando, ano após ano, mais utilizados em diversas aplicações por toda a sociedade. Desde a área de construção, com uso dos geotêxteis; como para o cuidado e higiene pessoais, segmento no qual a pandemia promoveu gigantesco impacto. No Brasil, o setor acumulou nos últimos cinco anos um crescimento de 40% no consumo, sendo 2020 o ano responsável por metade desse crescimento (dados da Abint).

A Parafix, como um grande convertedor de produtos para o mercado higiênico, principalmente para fraldas, utiliza grande volume de não tecidos, em seus diversos tipos. Esses materiais trazem uma série de benefícios tanto para o convertedor como para o usuário final, tais como: são materiais respiráveis; trazem um toque macio para o consumidor; são consistentes a trabalhos em altas temperaturas; podem tanto ajudar na retenção de líquidos como atuarem como barreiras.

Esse momento de forte demanda foi e continua sendo um momento desafiador para todos que trabalham com o segmento e têm o não tecido como matéria-prima, e isso não foi diferente para a Parafix. Para atravessar este momento delicado, a empresa focou seus esforços em aprimorar seus relacionamentos com seus fornecedores e clientes.

 

Diante do atual cenário, é importante ressaltar que surgiram alguns desafios a mais para esse setor. Com a alta demanda, o preço, claro, disparou e instaurou-se uma grande dificuldade em conseguir material. A produção nacional ficou 100% comprometida, fazendo com que a procura por importados aumentasse. Tudo isso além do já habitual percentual do imposto de importação para não tecidos, que hoje é de 26% – um dos mais altos do país para itens industrializados –, a desvalorização do real frente ao dólar e o cenário logístico internacional que enfrenta falta de containers e navios para transporte impactou significativamente.

Como resultado disso, é possível notar um considerável impacto na manutenção de preços, uma vez que mais de 60% das matérias-primas utilizadas nos processos da Parafix correspondem a não tecidos.

“Apesar da demanda por produtos higiênicos hospitalares se mostrar um pouco mais estável com a melhora da pandemia, o preço dos não tecidos não vem acompanhando essa ‘estabilidade’. A sua principal matéria-prima é o polipropileno, polímero termoplástico de origem predominantemente do petróleo, que vem sofrendo grande incremento de preço, atingindo valores mais altos do que antes da pandemia da Covid. Com isso, o preço do não tecido tem acompanhado e chegou neste mês de setembro em um dos seus maiores níveis de preço da história”, afirma Amanda Oliveira, compradora da Parafix responsável por não tecidos.

Com preços sendo regidos por mercado, a Parafix vem buscando soluções e alternativas por meio do seu departamento de Pesquisa & Desenvolvimento, conforme explica Luis Consoline, coordenador do departamento na empresa. “Seguimos empenhados em promover otimizações no uso desta matéria-prima, a fim de reduzir ao mínimo as perdas e ainda buscar as melhores alternativas para atender às demandas do mercado, sem nenhum prejuízo à qualidade dos nossos produtos”, diz.

Em acréscimo a todos os cuidados com a otimização de uso de matéria-prima, outro ponto crucial foi reforçar as parcerias com os principais fornecedores, buscando apoio mútuo neste momento mais difícil de mercado, o que se mostrou um diferencial. A Parafix não teve quebra de abastecimento durante este período. Toda a equipe de vendas, compras e planejamento se manteve próxima para encontrar a melhor equação em ter um estoque saudável para a empresa e atender à demanda de seus clientes.

Além disso, a Parafix também conta com o suporte de sua presença global junto às demais filiais do Grupo Aplix. Por meio da diretoria de compras e gerencias globais de setores, o trabalho em conjunto foi reforçado para minimizar qualquer impacto que pudesse surgir na cadeia e vir a impactar as empresas do grupo.

SOBRE A PARAFIX

Especialista na geração de soluções para o mercado de artigos descartáveis e membro do Grupo Aplix, atualmente, a Parafix possui uma linha completa de fechos de contato de alta qualidade que estão presentes em diferentes mercados, tais como: médico, higiene, aeronáutica, limpeza, militar, calçado, automóvel, abrasivos, embalagem, construção civil e muitos outros.

Seus produtos atendem a critérios técnicos para diversos tipos de aplicações, por isso, a empresa é capaz de fornecer a solução ideal para garantir um sistema de fixação confiável e seguro.

Saiba mais sobre a Parafix em: https://www.aplix.com/pt-pt.

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