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Irani fatura quase meio bilhão de reais no primeiro semestre

fabrica celulose irani

Terceira maior produtora de papéis para embalagens do país já cumpre boa parte dos requisitos para listagem no Novo Mercado

Na última semana, a Irani, uma das principais indústrias brasileiras de papéis para embalagem, anunciou que faturou, no primeiro semestre, R$ 477,3 milhões, valor 11,8% superior ao mesmo período de 2019. O lucro líquido foi de R$ 33,2 milhões, resultado que reverteu o prejuízo de R$ 3 milhões do primeiro semestre de 2019. Já a receita líquida no segundo trimestre foi de R$ 240,9 milhões, o que representa um avanço de 7,2% sobre igual período de 2019. O resultado líquido foi de R$ 15,2 milhões, o que compensou o prejuízo de R$ 3,2 milhões do segundo trimestre de 2019.

De acordo com a companhia, o crescimento da receita líquida de vendas, a variação positiva do valor justo dos ativos biológicos e a melhor margem das exportações em função da valorização do dólar e do euro frente ao real foram os principais fatores que impactaram no resultado líquido do trimestre.

As exportações no segundo trimestre chegaram a R$ 64,5 milhões, total 21,1% superior ao mesmo período do ano passado e 51,6% ao primeiro trimestre deste ano, o que representa 27% da receita operacional líquida total. Concentrando 45% do total exportado, a Ásia foi o principal destino das vendas.

Em seu relatório trimestral, a Irani destaca que que os meses de abril, maio e junho foram marcados pelo forte impacto na economia por conta do coronavírus. “A Associação Brasileira de Papelão Ondulado (ABPO) registrou redução de 3,2% na expedição em toneladas de papelão ondulado no segundo trimestre de 2020, na comparação com o segundo trimestre de 2019, e o desempenho do volume de vendas do Mercado Irani apresentou estabilidade no 2T20. Na comparação com o primeiro trimestre de 2020, o Mercado ABPO reduziu 8,3%, já o Mercado Irani reduziu 10%, seguindo a tendência de redução do mercado ABPO para o período”, aponta.

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MIGRAÇÃO PARA O NOVO MERCADO

A terceira maior produtora de papéis para embalagens do país já cumpre boa parte dos requisitos para listagem no Novo Mercado, e essa migração deve ocorrer em menos de seis meses, de acordo com o presidente da companhia, Sérgio Ribas. “O processo está bastante avançado e os esforços, voltados a fazer a migração o mais rápido possível”, afirmou, ao Valor Econômico.

Com follow-on de R$ 405 milhões, a empresa passou a ter o índice de liquidez mínimo para listagem no Novo Mercado – o free float foi elevado a 42% e o controlador, diluído a uma posição de 58%. O próximo passo será converter as ações preferenciais em ordinárias, na proporção de um para um.

De acordo com Ribas, a companhia buscava há muito tempo realizar uma nova oferta de ações para financiar parte de seu plano de crescimento e as condições de mercado finalmente se mostraram favoráveis. “A empresa está em uma posição muito saudável, após a reestruturação financeira conduzida nos últimos anos, e chega sólida à operação”, concluiu.

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