NotíciasTissue na América Latina

Como a Softys inovou para produzir milhões de máscaras em tempo recorde

De acordo com o gerente de qualidade LATAM da Softys, a companhia adquiriu cinco máquinas para fabricar máscaras de alta qualidade

No início da pandemia de Covid-19, o país enfrentou um problema grave de falta de equipamentos de proteção individual (EPI) para profissionais da saúde, inclusive máscaras, um dos produtos essenciais para a prevenção do vírus. Levando em conta sua responsabilidade social, a Softys desenvolveu um projeto em tempo ágil que possibilitou a doação de máscaras no Brasil e na América Latina.

Durante o Talk Tissue com Felipe Quintino, o gerente de qualidade LATAM da Softys, Alexandre Luiz, contou sobre a aquisição da companhia de cinco máquinas para a fabricação automática de máscaras, sendo uma para o Brasil e as demais para outros países da América Latina em que a empresa atua. “A Softys tem uma missão muito clara, que é cuidar das pessoas em todas as fases de suas vidas, e isso foi um grande fator motivador, além de a diretoria ser extremamente ágil, porque a intenção inicial foi ajudar efetivamente”, declarou o executivo.

O intervalo entre a decisão de compra e o arranque da máquina no Brasil foi de 22 dias, um tempo considerado extremamente rápido, pois a aquisição de maquinário costuma ser um processo que demanda planejamento, além de burocrático, já que a compra é feita na China. “Foi um esforço muito grande e que nos deu bastante orgulho”, comentou Alexandre.

Foram doadas 3 milhões de máscaras no país, nas regiões em que a Softys possui plantas. A iniciativa ocorreu mesmo diante de uma crise no fornecimento de matérias-primas, que precisavam ser específicas para fabricar um produto de qualidade, garantindo a saúde e segurança do usuário.

As máscaras produzidas pela empresa possuem o registro da Anvisa e atendem às rigorosas normas que asseguram a filtração de partículas no produto. O grande diferencial das máscaras da Elite são as orelhas elásticas no lugar dos fios elásticos, que possuem melhor estruturação na lateral da máscara. “Você veda completamente a lateral do rosto e, ao respirar, o fluxo de ar passa pelo elemento filtrante para que se sinta mais protegido e extremamente confortável”, explicou Alexandre Luiz.

“Um segundo diferencial é o clipe nasal, mais forte do que o da máscara convencional, com uma rigidez que ajuda quem utiliza óculos para evitar o problema de embaçar as lentes”, acrescentou. A companhia lançou também a máscara Elite Classic, que oferece uma proteção maior do que as máscaras de pano, também feita de materiais de grau médico que asseguram a filtração com alto grau de proteção em ambos os produtos.

Preocupada também com o destino final das máscaras, a Softys lançou um programa de reciclagem de máscaras no Chile, em conjunto com a Universidad de Concepción. “É um trabalho em que se faz a coleta, passando por um processo de esterilização e finalmente reciclagem, resultando em um produto de uso múltiplo, pois todos os componentes, tirando o clipe nasal, são de polipropileno, um tipo de plástico multiuso usado bastante na indústria em diversas aplicações”, contou Alexandre, destacando que a meta é reciclar uma tonelada de máscaras por mês.

Confira na íntegra o Talk Tissue com Alexandre Luiz, gerente de qualidade LATAM da Softys:

Mostrar mais

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo