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Celupaper é paralisada por 17 dias devido à greve

Na última semana, o Sindicato da Indústria de Papel e a empresa chegaram a um acordo sobre questões trabalhistas

A Celupaper, na Argentina, ficou paralisada por 17 dias devido à greve dos trabalhadores. Na última semana, porém, o Sindicato da Indústria de Papel e a empresa chegaram a um acordo em audiência realizada no Ministério do Trabalho, sobre diversas questões trabalhistas.

As partes acordaram uma tabela de premiação para a produção, que começa em 2.500 pesos para os trabalhadores que produzirem até 13.000 fardos e acrescenta 300 pesos a cada 500 fardos extras. A atualização do bônus ocorrerá conforme os acordos coletivos a serem realizados anualmente.

“Para que o nível de produção seja sustentado, é necessário pelo menos mais um operador por turno para garantir a continuidade da produção sem paradas, dispensando o pessoal que precisa se ausentar da linha de produção”, defendeu o sindicato.

A Celupaper concordou em respeitar o intervalo para descanso de 25 minutos e manter “um canal de diálogo fluido e sincero” para “evitar grandes inconvenientes”, como os que culminaram nessa medida de força.

O compromisso assumido pela empresa foi o de pagar, imediatamente após o acordo, “10 mil pesos de bônus devido à pandemia de Covid-19, assiduidade e as horas descontadas ao pessoal de conversão, e uma quantia de 15 mil pesos por conta da segunda quinzena de março”. Ela também prometeu acertar as diferenças salariais da segunda quinzena de março. O sindicato aceitou que os trabalhadores recebessem 70% do salário pelos dias em que a fábrica ficou paralisada.

Fonte
La Opinion
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