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A indústria de tissue está pronta para reagir à pandemia do coronavírus?

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Fundador e CEO do Portal Tissue Online, Felipe Quintino, avalia como mercados de consumo e professional serão afetados pela crise

Todos os segmentos da indústria devem sentir os impactos da pandemia global do coronavírus. Com a indústria de tissue, não será diferente. Por isso, o fundador e CEO do Portal Tissue Online, Felipe Quintino, faz uma análise desse cenário e opina se o mercado está pronto para enfrentar essa crise.

“Na parte de consumo, a indústria está preparada, pois ainda tem uma capacidade de produção, decorrente das últimas crises que nós tivemos – a crise econômica em meados de 2016 e, em 2018, um aumento no preço da celulose, que reduziu a margem dos fabricantes e, consequentemente, reduziu vendas”, opina Felipe.

Além disso, Felipe explica que o consumo per capita de papel tissue ainda é baixo no Brasil, se comparado ao de países como Chile, EUA e da Europa.

Soma-se isso ao fato de que o Brasil possui um mercado de tissue bem distribuído. “A gente tem um mercado bem fragmentado, com produção e distribuição em muitos estados”, completa.

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Outro diferencial do país é que não há escassez de matéria-prima para a fabricação de papel tissue, ou seja, a celulose. Felipe também ainda prevê aumento em investimentos em maquinário e, consequentemente, de produtividade. “Temos parques fabris com capacidade ociosa, então dá para aumentar, além disso, temos capacidade de investimento para upgrades em equipamentos para aumentar a produtividade, e em novos equipamentos, que é o que já está acontecendo. O mercado de tissue já começou a aquecer no ano passado, com várias empresas anunciando investimentos e aumento de capacidade. Acredito que, novamente, os fabricantes vão por esse caminho”, acrescenta.

Em se tratando do mercado professional (institucional), Quintino afirma: “Esse mercado vai sentir um pouco mais a crise, porque fornece, muitas vezes, para distribuidores, que vendem para empresas, que devido à crise, estão parando ou trabalhando em regime de home office. Diminuiu muito a movimentação dentro das empresas, bares, hotéis restaurantes, shopping centers, escolas, e caindo o volume de pessoas circulando nesses ambientes, consequentemente, cai a venda de produtos professional para essas áreas”, pondera. “Mas os hospitais, por exemplo, ainda estão funcionando, não é um mercado que vai ser completamente parado, vai continuar, principalmente porque o modo de consumo e os hábitos de higiene e limpeza já estão mudando. Então, esse mercado deve ter um aumento, especialmente quando o comércio voltar à normalidade”, conclui.

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