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Suzano permanece “imune” à crise gerada pela pandemia, diz BTG

O BTG Pactual divulgou relatório reiterando a recomendação de compra para as ações da Suzano Papel e Celulose. Na visão dos analistas, os ativos ainda estão em um patamar de reversão permanente dos preços da celulose para os custos marginais de produção (US$$ 510/t), o que, na visão deles é um pouco exagerado. A avaliação é que a empresa é uma das poucas isoladas pela crise do coronavírus.

Por volta das 10h50 de ontem, 2, os papéis tinham alta de 1,02% a R$ 37,76.

Com isso, a equipe acredita que os papéis estão subvalorizados (com base no DCF normalizado) e que os investidores estão descontando mal os benefícios do negócio da Fibria. Embora a alavancagem esteja longe de ser confortável e possa levar anos para normalizar, o banco acredita que o caminho é claro e considera situação gerenciável (ainda gerando FCF no ponto mais baixo do ciclo).

O documento foi elaborado após uma conferência dos analistas do banco com o CEO da Suzano. O texto destaca que a companhia tem mitigado os riscos de interrupção operacional por meio de uma série de iniciativas, como home office, isolamento de instalações industriais, esforços amplos de desinfecção, entre outros.

A equipe ficou satisfeita ao saber que até agora as operações estão funcionando normalmente e o resultado do período ficou praticamente intocado pelo surto, com a empresa cada vez mais focada na redução de custos e despesas no curto prazo.

Os analistas consideram encorajador ver a administração anunciar um aumento no preço da celulose de US$ 30/t na China para entregas em abril, o que ressalta a confiança da administração na força da demanda chinesa por papel higiênico.

Para o BTG, o tom da reunião foi bastante construtivo e acredita que as preocupações dos investidores quanto à alavancagem são um pouco exageradas. Essa é uma das poucas empresas do Ibovespa que pode estar relativamente isolada da crise.

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