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Suzano doará papel higiênico e fraldas a hospitais

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Além disso, a companhia tem colaborado com empresas, entidades e órgãos públicos para difundir boas práticas em favor da saúde da sociedade

A Suzano, empresa resultante da fusão entre a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, tem empreendido esforços para colaborar com iniciativas essenciais no combate ao coronavírus (Covid-19). Entre elas, está a doação de papel higiênico e fraldas para hospitais e unidades de saúde de diversos estados brasileiros.

Os papéis higiênicos e fraldas são de produção da Suzano, já estão em estoque e começarão a ser doados nesta semana, conforme acordado entre empresa e as secretarias de saúde locais. Os materiais serão distribuídos por hospitais dos estados de São Paulo, Espírito Santo, Bahia, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Ceará e Amazonas.

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Além disso, a Suzano, por intermédio do comitê interno de crise que está acompanhando a situação do coronavírus, tem colaborado com empresas, entidades e órgãos públicos para difundir boas práticas em favor da saúde da sociedade. A troca de informações a respeito de ações que podem ser adotadas internamente, com colaboradores e terceiros, e externamente, para o público em geral, está alinhada com um dos direcionadores de cultura da Suzano: “Só é bom para nós se for bom para o mundo”.

PROCEDIMENTOS INTERNOS

A Suzano informou que tem adotado um conjunto de medidas para auxiliar no combate à propagação do novo coronavírus. O foco está em preservar a saúde de seus colaboradores, prestadores de serviços e familiares e garantir a oferta de produtos essenciais para áreas como saúde e indústrias de medicamentos e alimentos.

Com fábricas instaladas em sete estados brasileiros, a companhia produz matérias-primas usadas na confecção de papéis sanitários, máscaras, fraldas e embalagens em geral, itens ainda mais indispensáveis neste momento de isolamento social e de maiores cuidados com a higiene. Por isso, tem adotado um conjunto de medidas operacionais e administrativas para garantir o abastecimento aos diferentes mercados atendidos.

Simultaneamente, a empresa decidiu suspender todas as atividades operacionais não essenciais de colaboradores próprios e terceiros e cancelar viagens, eventos, visitas às unidades e reuniões presenciais. Os colaboradores que não necessitam estar presencialmente nas unidades para a continuidade das operações passaram a trabalhar em formato home office.

Para os colaboradores cuja presença é indispensável nas operações, a companhia adotou como ações prioritárias, por exemplo, a medição de temperatura corporal dos trabalhadores antes do acesso a fábricas ou viveiros; a distribuição de refeições individuais e espaçamento maior entre mesas e cadeiras nos refeitórios; a adoção de maior distanciamento de cadeiras em salas de controle operacionais, com sinalização visual no local; e a adoção de quarentena caso haja identificação de colaborador ou prestador de serviço com risco de contaminação.

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A companhia também aumentou a frequência de limpeza e higienização de áreas comuns e determinou que, no caso dos ônibus fretados, a circulação aconteça com menos de 50% da capacidade. Todas essas ações são acompanhadas por um frequente compartilhamento de informações em todos os canais de comunicação da empresa.

“Estamos cientes da importância de manter a operação da Suzano funcionando durante esta crise. Abraçamos nossa responsabilidade em garantir toda a cadeia produtiva de itens críticos para a rede hospitalar, de saúde e alimentícia do país e do mundo”, afirma o diretor executivo de Estratégia, Gente, Comunicação, TI e Digital da Suzano, Christian Orglmeister. “Nunca nossa atividade a plena capacidade foi tão essencial. Por isto, todas as medidas preconizadas pelo Ministério da Saúde e órgãos competentes foram adotadas pela Suzano para garantir a segurança e a integridade dos colaboradores, seus familiares e da população em geral. Outras medidas poderão ser tomadas, caso haja necessidade, porque acreditamos que somente atuando juntos seremos capazes de superar este vírus”, completa o executivo.

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