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Suzano dá início ao primeiro curso de formação continuada on-line

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Capacitação, pioneira no setor, é gratuita e irá lançar 20 novos operadores de máquinas florestais no mercado de trabalho

A Suzano, referência global na produção de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, inovou novamente e deu início ao primeiro curso de formação continuada à distância em Três Lagoas (MS), devido à pandemia do coronavírus. A capacitação, pioneira no setor, é gratuita e irá lançar 20 novos operadores de máquinas florestais no mercado de trabalho.

“Estamos inovando o programa de treinamento de operadores de máquinas florestais. Atualmente, não há nada parecido no mercado. Avançamos com uma nova forma de treinar pessoas em uma área específica como essa e carente de profissionais com qualificados. Com o curso, assim como tantos outros que já realizamos, pretendemos reverter o quadro de falta de mão de obra qualificada e aumentar as chances desses alunos de ingressarem no mercado de trabalho. Estamos gerando desenvolvimento e renda para a população, essenciais ainda mais em um momento como este em que estamos vivendo hoje com a crise mundial em decorrência da pandemia do novo coronavírus”, comenta Artur Mazon, gerente de Colheita Florestal da Suzano em Mato Grosso do Sul.

Desde o lançamento da construção da segunda linha de produção em Três Lagoas, em 2015, a companhia já formou cerca de 760 profissionais para atuar no ramo florestal. No total, foram 26 turmas de operadores de máquinas florestais e seis turmas de mecânicos florestais em Três Lagoas, Brasilândia e Água Clara. Deles, ao menos 686 foram contratados pela própria empresa. Apenas em 2019, foram dois novos cursos para o setor, um em Água Clara e outro em Brasilândia, com a média de 30 alunos cada. Em ambos, o índice de contratação da empresa após a conclusão dos cursos chegou a 97%.

“A Suzano tem a responsabilidade de inserir a comunidade em suas ações, incluindo a de formação profissional. Gerar e compartilhar valores faz parte da nossa cultura. Os nossos cursos são ministrados por instrutores próprios, seguindo os valores e padrões de excelência da empresa, o que contribui para o crescimento pessoal e profissional dos participantes. E não é diferente no caso do curso a distância. Conseguimos uma forma de seguir com o nosso programa de formação profissional durante a pandemia, respeitando a saúde e a vida e mantendo nosso padrão de exigência. Todo o programa foi repensado e readequado para o formato on-line e, mesmo as aulas práticas, contarão com as medidas necessárias para garantir a segurança de todos”, ressalta Ângela Aparecida dos Santos, gerente de Gente e Gestão.

curso suzano

SOBRE O CURSO

O curso tem carga horária estimada em 107 horas, sendo 51 delas virtuais e o restante de aulas práticas, nos módulos florestais da empresa. Todo o conteúdo foi readequado para atender as necessidades do ensino a distância. Os custos, que incluem seguro de vida, transporte e alimentação durante as aulas práticas, são pagos pela empresa. Os alunos já tinham um curso inicial na área e, para ingressar no programa, passaram por processo seletivo que inclui entrevistas e prova.

O programa conta com a participação de cinco mulheres, mas a diversidade vai além do gênero: são dois estrangeiros, pessoas de Três Lagoas e de outros estados, com diferentes idades, etnias, experiências de vida e formação. Mais de 95% deles busca a recolocação no mercado de trabalho.

Esse é o caso do soldador industrial Alisson Freitas Nascimento, de 40 anos. Ele participou do curso de Harvester (modelo de máquina florestal), no fim do ano passado. Desde então, busca uma oportunidade para ingressar na área. “O campo para soldador não está fácil. Estava procurando um emprego há um bom tempo quando fiz o curso de Harvester, que sempre foi um sonho meu. Para ser sincero, estava tão para baixo, que pensava em desistir quando me convidaram para fazer parte do programa. Foi a melhor coisa que me aconteceu. Esse curso vai melhorar muito as minhas chances de conseguir um emprego, quem sabe, até na própria Suzano”, relata.

A mesma expectativa de conseguir uma recolocação no mercado de trabalho é compartilhada por Dalciane Oliveira da Silva, de 29 anos, que também participou de um curso de Harvester e está em busca de uma recolocação profissional. “Em um momento delicado como o que estamos vivendo, receber essa oportunidade de adquirir mais conhecimento é de extrema importância. Sendo mulher, só de participar já é uma conquista, uma vez que são mais homens que buscam essa profissão. Estou muito feliz por ter recebido essa oportunidade e por fazer parte desse grupo e espero conseguir incentivar outras mulheres” destaca.

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