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“Nós estamos vendo muitas oportunidades no mercado”, afirma executivo da Buckman

Apesar da crise enfrentada desde o início da pandemia, sem estabilidade desde então, a previsão é de crescimento a partir do próximo ano

No mês de junho, a Buckman completou 50 anos de Brasil, mas está presente em mais de 90 países, e com 7 fábricas espalhadas entre Estados Unidos, Europa, África do Sul, Cingapura, China e Brasil. Durante a pandemia do coronavírus, a companhia também enfrentou as situações atípicas e as turbulências que afetaram a cadeia de suprimentos.

Durante o Talk Tissue com Felipe Quintino, o gerente de vendas da divisão de papel da Buckman para Latam, Fabrício Cristofano, contou como a empresa enfrentou o cenário de crise. “A área de suprimentos global da Buckman teve que trabalhar de uma forma conjunta, buscando o principal objetivo de não permitir desabastecimento de nossos clientes”, disse. “Foi uma tarefa complexa, envolveu modais, logísticos, fontes de fornecimento e felizmente tivemos sucesso nesse sentido; tivemos racionalização, alocação de matéria-prima, mas não teve desabastecimento, foi um objetivo alcançado”, completou.

Como a situação ainda não está estável, a Buckman mantém seu grupo de suprimentos em alerta, trabalhando fortemente para mitigar riscos de desabastecimento, apesar dos desafios enfrentados na área de logística com a crise em portos da Ásia e dos Estados Unidos, além da falta de matérias-primas, vislumbrando a possibilidade de ocorrerem novas ondas.

“A Buckman visa estratégias para diminuir esses impactos no nosso mercado, principalmente a estratégia de localização, trazer produtos para serem fabricados localmente”, explicou Fabrício, sobre a vantagem competitiva que a empresa agrega para os clientes.

Para os próximos anos, as expectativas são de novas oportunidades. “Nós estamos vendo muitas oportunidades no mercado e visualizando crescimento orgânico, novas máquinas a partir do ano que vem. Isso faz com que a gente se preocupe no sentido de nos prepararmos para atender a demanda”, afirmou o executivo. Com isso, a previsão é de novas vagas na companhia, além do investimento no laboratório de aplicação para a introdução de novas tecnologias, de modo a atender o mercado da melhor forma.

“A Buckman está preparando um laboratório que pode ser usado pelo cliente para estudo de uma aplicação mais eficiente. Adquirimos um refinador de disco no laboratório, isso vai ajudar bastante quando a gente for fazer estudos sobre o uso de enzimas para redução de custos no refino”, disse Fabricio. Com este e outros investimentos, a empresa oferece não apenas um produto químico, mas um pacote de soluções para otimizar custos e qualidade do processo. “Uma estrutura dessa nos ajuda a ser mais assertivo, a escolher a solução mais correta e vamos aplicar buscando atender a demanda do cliente”, concluiu Cristofano.

Confira na íntegra o Talk Tissue com Fabrício Cristofano, gerente de vendas da divisão de papel da Buckman para Latam:

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