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Indústria tissue 4.0 ajuda a criar soluções práticas e integráveis

No Painel Tissue Online, Marcos Stiborski, diretor da Twins Software, informou que a Indústria 4.0 pode agregar diversos benefícios ao mercado de tissue

O sexto Painel Tissue Online discutiu a indústria tissue 4.0. O debate se deu em torno da Quarta Revolução Industrial, isto é, a Indústria 4.0, aplicada ao mercado de tissue. Marcos Stiborski, diretor da Twins Software, foi um dos participantes do programa.

Marcos informou que a Indústria 4.0 pode agregar diversos benefícios ao mercado de tissue. Ele explicou de que forma a informação, aliada à tecnologia, ajuda os convertedores na tomada de decisões rápidas e mais precisas. “Nós criamos um ecossistema que permite buscar essa informação diretamente do CLP (Computador Lógico Programável, o equipamento que fica junto à linha de produção e tem uma lógica de como ela deve funcionar), e capturar esses dados e ser capaz de jogar eles dentro do ERP (Enterprise Resource Planning, sistema corporativo que trata das informações administrativas), eliminando o apontamento manual, ou seja, criar uma solução que seja fácil e que seja totalmente integrável. Tem uma série de variáveis que a gente controla e disponibiliza para que essa tomada de decisão seja rápida e eficaz”, pondera.

Marcos também pontuou quais indicadores estratégicos é possível monitorar com a Indústria 4.0. “Com bases em apenas seis variáveis, extraídas do CLP, podemos gerar a OEE (Overall Equipment Effectiveness) em tempo real. O CLP tem milhares de informações, e como tornar isso viável? Cada processo desse tem várias informações, o importante é detectar o que é mais relevante no processo que vai estar agregando valor efetivamente a qualidade do produto, quer seja redução de custo, qualidade, mas também de quais informações são relevantes para a tomada de decisão no caso de uma falha ou coisa parecida”, conclui.

Vale ressaltar que a OEE é uma medida que permite comparação entre empresas e linhas de produção, composta por três variáveis: disponibilidade de tempo que o equipamento está disponível para trabalhar, com exceção das paradas programadas; produtividade, isto é, o quanto o equipamento produziu, frente ao que deveria produzir, definido em projeto; e a qualidade do total da produção, ou seja, o quanto o produto foi útil ou de boa qualidade.

Confira na íntegra o Painel Tissue Online: Indústria tissue 4.0:

Indústria tissue 4.0 ajuda a criar soluções práticas e integráveis

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