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Iguaçu Celulose mantém produção de fábrica não incluída em negociação com a CMPC

Unidade de Frei Rogério, em Santa Catarina, produz pasta mecânica de madeira usada na fabricação de papel cartão

Na última semana, foi anunciada a venda da Iguaçu Celulose à CMPC. No entanto, a princípio, a companhia vai manter em operação a unidade de Frei Rogério (SC), que fornece pasta mecânica de madeira usada na fabricação de papel cartão e não foi incluída na negociação.

Segundo o presidente do conselho de administração da companhia, Paulo Roberto Pizani, além da planta de pequeno porte, a Iguaçu manteve sob seu guarda-chuva imóveis e terras no estado.

As fábricas envolvidas na negociação com o grupo chileno são as fábricas de São José dos Pinhais (PR), Piraí do Sul (PR) e Campos Novos (SC), além de área florestal no Paraná. A Iguaçu também vendeu 17 mil hectares de terras para outras duas empresas constituídas para este fim.

A Iguaçu e a CMPC já possuíam relações comerciais e as conversas de compra e venda começaram no fim de agosto, de acordo com Pizani. Porém, há algum tempo, a companhia brasileira era assediada por potenciais compradores. “Tínhamos a intenção de vender e eles, de comprar. As negociações se desenrolaram rapidamente”, afirmou o executivo.

A expectativa é de que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprove o negócio entre as empresas em um prazo de 30 a 60 dias.

Fonte
Valor Econômico
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