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Greenwashing: conheça a prática de falsa sustentabilidade

Saiba como identificar a prática que apenas busca atrair mais clientes que se preocupam com o meio ambiente

Com o aumento dos consumidores preocupados com o meio ambiente e buscando por produtos mais sustentáveis, veio à tona uma nova prática chamada greenwashing, que consiste em promover um apelo ecológico em seus produtos sem que eles de fato tenham essa preocupação. O termo em inglês pode ser traduzido como “lavagem verde”, mas, na prática, pode ser entendido como uma propaganda enganosa.

A intenção das empresas que praticam o greenwashing é relacionar uma imagem sustentável à sua marca para atrair clientes, mas elas não se engajam em ações reais que minimizam o impacto ambiental ou solucionam problemas ambientais causados por seus processos. Muitas vezes, os consumidores não sabem identificar quais informações são verídicas, ou como ter certeza se as certificações presentes nos rótulos são reais.

Na contramão desse movimento, a COPAPA lançou no mercado o Carinho Eco Green, como exemplo de produto realmente ecologicamente correto. Trata-se do primeiro papel higiênico do Brasil sustentável em todas as etapas de seu ciclo de vida. Ele foi desenvolvido com bases nos princípios da economia circular e possui o rótulo ecológico ABNT Ambiental, que certifica a sustentabilidade dos produtos nas fases de extração de recursos, fabricação, distribuição e descarte, além do selo de qualidade ambiental PE-428.

Ele possui, ainda, embalagem plástica e rolos totalmente compostáveis – o plástico é feito de milho e o tubete com cola à base de fécula de mandioca, que viram adubo quando descartados junto a resíduos orgânicos em locais próprios para compostagem.

O seu lançamento, em janeiro de 2020, foi o resultado de um trabalho que durou dez anos entre pesquisas, investimentos e desenvolvimentos por parte da companhia. Trazendo a experiência de consumo baseada em sustentabilidade, Carinho Eco Green é sustentável do início ao fim.

COMO EVITAR O GREENWASHING

Para encontrar as empresas que praticam a falsa sustentabilidade, é preciso se atentar a sete sinais principais:

1 – Produtos que não apresentam provas de ser ambientalmente corretos, não especificam dados ou fatos a respeito das ações;

2 – Quando uma questão ambiental é enfatizada em detrimento de outras preocupações potencialmente mais sérias;

3 – O uso de expressões mal definidas, amplas e vagas, sem qualquer detalhe ou explicação;

4 – Uso de informação verdadeira, porém não relevante, como o não uso de substância que faz mal ao meio ambiente, mas que é proibida por lei;

5 – Quando ocorre um apelo ambiental, mas distrai o consumidor dos impactos maiores, como a redução de plástico, mas ainda um problema de geração de lixo;

6 – Embalagens com declarações falsas;

7 – Falsa sugestão de imagem que parece um selo para induzir os consumidores a pensar que possui certificação.

É preciso se informar sobre o consumo consciente e o greenwashing de modo a mitigar os impactos que o uso de produtos que agridem o meio ambiente por meio de seus processos. É necessário saber como ler os rótulos, prestar atenção às marcas que praticaram o greewashing e estar atento às notícias falsas que são compartilhadas.

Mais do que é isso, é fundamental valorizar marcas com real preocupação ecológica, como a COPAPA. A empresa está entre as maiores fornecedoras de papel higiênico do país, mas sempre considerando as questões ambientais no seu processo produtivo. Prova disso é que, recentemente, ela recebeu o Prêmio Firjan Ambiental 2021, na categoria “Relações com partes interessadas”, com o projeto Carinho Eco Green. A iniciativa objetiva difundir e destacar as ações bem-sucedidas em prol do desenvolvimento sustentável das empresas fluminenses, com foco na proteção ambiental, no equilíbrio econômico e no bem-estar social.

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