Em 2020, as exportações de papel e celulose no Paraná alcançaram quase US$ 1 bilhão. US$ 997 milhões em mercadorias foram negociados para outros países, conforme aponta o levantamento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
Os principais destinos do papel e da celulose são a Argentina, a Singapura e a China.
De acordo com o diretor de Planejamento Operacional, Logística e Suprimentos da Klabin, gigante nacional do segmento que possui uma unidade de produção no estado, o Paraná é relevante para a produção brasileira e o destino que mais se destacou, em 2020, foi a África.
“No caso do continente, nós destinamos um volume expressivo, cerca de 5%. Os principais países que recebem os produtos são Egito, África do Sul, Marrocos e Nigéria. Então, a gente está bastante presente com todos os produtos e segmentos”, afirmou.
O Mapa indica que, de 2019 para 2020, as vendas externas de celulose para a África do Sul subiram 31%. As relações comerciais entre os países iniciaram por volta de 80 anos atrás e, recentemente, foram alavancadas pela formação do Brics, grupo de países emergentes composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.












