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Executivo da Suzano defende adoção de ações robustas no curto prazo para redução de CO2

Segundo o diretor executivo de Bens de Consumo da companhia, Luis Bueno, “não dá para esperar até 2050” para que países e empresas comecem a reduzir a emissão em relação aos níveis atuais

O diretor executivo de Bens de Consumo e Relações Corporativas da Suzano, Luis Bueno, defendeu que o mundo passe a trabalhar com metas mais ambiciosas para reduzir as emissões de carbono. De acordo com ele, “não dá para esperar até 2050”, e é preciso que ações mais robustas sejam colocadas em práticas já no curto prazo.

“Precisamos de ações mais robustas para que tenhamos uma evolução rápida dessa redução de carbono. Tem muito tempo até 2050. Tão importante quanto uma meta de 2050, é a curva de como você vai chegar até lá. Precisamos mostrar uma curva com ambições de curto prazo robustas”, afirmou, em entrevista à Exame.

A Suzano possui suas próprias metas ligadas a ESG. Alguns dias antes da abertura oficial da COP26, a companhia anunciou que vai antecipar, de 2030 para 2025, a sua meta de remover 40 milhões de toneladas de CO2 da atmosfera. Além disso, a gigante de celulose já havia se comprometido a reduzir em 15% suas emissões de CO2 dos escopos 1 e 2 e aumentar em 50% a exportação de energias renováveis até o final da década.

Sobre as ambições da empresa, o executivo falou sobre o lançamento de um programa com foco na COP26, chamado de “2050 agora” para divulgar as ações da Suzano e os principais avanços governamentais na conferência. “O tema da sustentabilidade e o impacto climalítico no planeta tomou uma tal estatura que eu vejo não é mais se vamos fazer alguma coisa. É mais como e o qual rápido vamos fazer. É um caminho sem volta”, concluiu.

 

Fonte
Exame
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