Essity inaugurará novo centro global de P&D na França para avanços em tissue
Empresa reforçou seu compromisso com a inovação e sustentabilidade ao investir em instalações de última geração em Alsácia
A Essity, empresa dedicada à higiene e saúde, está em processo de estabelecer um novo centro global de pesquisa e desenvolvimento na região de Alsácia, França. Este centro será especialmente dedicado à pesquisa de produtos de higiene baseados em tissue. O objetivo principal dessas instalações de última geração será atender às demandas em constante evolução dos mercados de higiene do consumidor e profissional.
A empresa tem se destacado por seu compromisso contínuo em desenvolver métodos inovadores para fornecer produtos sustentáveis e convenientes. O centro de P&D atual da Essity, localizado em Kunheim, França, já registrou 25 patentes nos últimos anos para inovações notáveis, tais como o Lotus Aqua Tube (núcleo de rolo de papel higiênico descartável), Lotus e Okay Sans Tube (papel higiênico sem núcleo), Tork SmartOne (que distribui uma folha por vez) e produtos de higiene de papel baseados em fibras alternativas.
Magnus Groth, presidente e CEO da Essity, expressou a importância da pesquisa e desenvolvimento da empresa em moldar a produção de papel para contribuir com uma sociedade mais sustentável e circular, ao mesmo tempo em que aprimora a higiene e saúde das pessoas. Ele afirmou: “O novo centro global de P&D na França nos permitirá continuar desenvolvendo novos produtos de higiene de papel inovadores e soluções que atendam às necessidades e altas expectativas de clientes e consumidores”.
A localização estratégica do novo centro de P&D próximo às instalações existentes garante a retenção dos mais de 80 especialistas e engenheiros que atualmente trabalham na empresa.
Além da França, a Essity mantém centros de P&D no México, Suécia, Alemanha e nos Estados Unidos, todos liderados pela unidade global da empresa, focada em marcas, inovação e sustentabilidade. Em 2023, a Essity investiu 1,7 bilhão de SEK (aproximadamente 1,2% das vendas líquidas) em pesquisa e desenvolvimento.

















