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Como a BN Papéis desenvolveu o papel biodegradável Termo Seal

Colaboradores da empresa explicam os desafios enfrentados durante o desenvolvimento deste projeto inovador

A BN Papéis, companhia catarinense de papéis especiais, tem como principal inovação do ano de 2021 o papel Termo Seal, que possui registro deferido pelo INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) e possibilita várias aplicações, como envelopes, pacotes de guardanapos, sabonetes, produtos alimentícios, entre outros, na versão flow pack e envases mais elaborados na versão portfólio.

Durante o Talk Tissue com Felipe Quintino, o fundador da BN Papéis, Carlos Stein, e colaboradores da empresa comentaram a respeito dos desafios para desenvolver esse projeto.

O analista de desenvolvimento Lucas Baade explicou que a ideia para o projeto do Termo Seal surgiu após a participação da alta gestão em um congresso sobre embalagens mais amigáveis para o meio ambiente. No entanto, para executar a ideia, foi necessário superar diversos obstáculos.

“Desde a adequação do produto para o nosso processo, definição de quantidade, gramatura ideal, gramatura do papel para a quantidade de selante aplicado, foram vários desafios internos”, disse Raimundo de Sousa, supervisor de pesquisa e desenvolvimento. “Também tivemos desafios externos com a parte de envase, pois quando falamos de um produto selável, estamos falando de um produto que precisa de tempo, pressão e temperatura”, acrescentou Raimundo.

Esse produto tem um fechamento portfólio, segundo o supervisor, e por isso, foi necessário avaliar também a máquina que faria o envasamento, e verificar a velocidade a utilizar. Além disso, por ser um produto comumente armazenado em lugares úmidos pelo cliente final, foi trabalhada uma proteção para manter a condição ideal até seu uso completo, para não ter problemas com a umidade.

Segundo Gilberto Claro, gestor de operações, houve ainda uma preocupação em procurar fornecedores que desenvolvessem produtos químicos aditivos que favorecessem a aplicação de um selante sobre a superfície do papel.

Durante o desenvolvimento, houve o desafio de adequar a máquina para garantir as características do produto, tais como, compostagem, degradabilidade e reciclagem. “Nós tivemos que fazer adequações significativas, e o respaldo que todos os departamentos nos dão faz com que a gente fique com mais confiança em trabalhar com inovação”, afirmou o supervisor de beneficiamento, Lindomar da Silva.

Também foi preciso adaptar a equipe aos novos procedimentos e métodos para que atendessem às normas e requisitos técnicos do produto, como explicou a supervisora de qualidade Sandra Bayer. “Uma bateria de novos treinamentos para disseminação e assimilação dos novos procedimentos foi realizada”, contou.

“Desde o princípio do projeto, o fundador da empresa, Carlos Stein, e por consequência todos os colaboradores, tiveram uma preocupação que o projeto fosse verdadeiro”, declarou Nilson Zanella, gestor administrativo e comercial. “Isso nos enche de orgulho: poder oferecer para as famílias brasileiras um produto totalmente adequado sob o aspecto do tripé da sustentabilidade”, concluiu.

Confira na íntegra o Talk Tissue com Carlos Stein, fundador, e colaboradores da BN Papéis:

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