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Cadeia produtiva de celulose e papel é considerada essencial na luta contra o coronavírus

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Chile, Itália, Argentina, Canadá e Estados Unidos seguem protocolo de assegurar produção industrial de matérias-primas necessárias; CMPC mantém operações adotando uma série de medidas preventivas e cuidados com seus colaboradores e prestadores de serviços

A celulose é usada como matéria-prima para vários itens fundamentais neste momento que o mundo vive, entre eles, produtos de higiene, limpeza e embalagens para medicamentos e alimentos. Essa cadeia produtiva já é considerada essencial no combate ao novo coronavírus por países como Chile, Itália, Argentina, Canadá e Estados Unidos, que têm seguido o protocolo de manter a produção industrial de itens necessários para o abastecimento da população e, também, produtos que auxiliam na precaução da doença.

Nesse contexto, a CMPC, fornecedora no mercado global de celulose e papel e maior indústria do Rio Grande do Sul, assumiu o triplo desafio de cuidar de seus colaboradores e prestadores de serviços, responder às necessidades da sociedade e manter as operações para gerar renda, fazendo com que seus colaboradores e terceiros continuem mantendo suas famílias e realizando suas compras nos comércios locais onde residem.

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Segundo Maurício Harger, diretor-geral da CMPC, o momento atual exige uma nova postura, com mais cuidados e responsabilidades. “Todos os esforços da empresa estão concentrados em assegurar a saúde de seus colaboradores e prestadores de serviços, considerando também a importância de permanecer ativa para abastecer a população com produtos essenciais e contribuir para reduzir a disseminação da Covid-19”, destaca.

No plano de ação envolvendo a operação, por exemplo, a companhia revezará as equipes de turnos para que cada grupo tenha condição de manter a quarentena e, com isso, diminuir o risco de uma contaminação e ajudar na identificação de sintomas. “Tudo isso para não deixarmos de produzir a matéria-base dos produtos fundamentais para o dia a dia das pessoas, inclusive alguns que têm sido muito procurados pelos consumidores neste período de crise, como papéis para fins sanitários e máscaras cirúrgicas”, afirma Harger.

A empresa também aderiu à campanha da solidariedade contra o coronavírus em uma aliança colaborativa com outras empresas gaúchas e o Instituto Cultural Floresta (ICF), que está adquirindo milhares de equipamentos para o enfrentamento da situação, como máscaras, respiradores e Equipamentos e Proteção Individual (EPIs), além de cestas básicas para famílias em situação de vulnerabilidade.

A operação da CMPC no Brasil gera 6,5 mil postos de trabalho, sendo que para cada colaborador contratado pela empresa, sete novos empregos são criados no Rio Grande do Sul. Além disso a companhia ainda contribui com aproximadamente 45 mil postos de trabalho diretos, indiretos e induzidos na economia do estado. A CMPC produz dois milhões de toneladas de celulose por ano e 90% da produção de Guaíba é exportada para a Europa, América do Norte e Ásia.

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