Navigator adere à SBTi, reforçando seu compromisso com as mudanças climáticas
A adesão está alinhada ao compromisso assumido na sua Agenda 2030 de gestão responsável do negócio – “Alterações Climáticas e Fixação de CO2”
A The Navigator Company aderiu à Science Based Targets initiative (SBTi), uma organização que objetiva mobilizar o setor privado a assumir papel de liderança no âmbito das mudanças climáticas. A adesão está alinhada ao compromisso assumido na sua Agenda 2030 de gestão responsável do negócio – “Alterações Climáticas e Fixação de CO2” –, mantendo a ambição de contribuir para o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 13 (Ação Climática) e causar um impacto positivo nas pessoas e no planeta.
A companhia optou por já submeter as suas metas de redução de emissões de gases com efeito de estufa (GEE) para validação, dispensando o período de dois anos de que as empresas dispõem para fazê-lo. As metas a curto prazo e com base em ciência submetidas pela empresa se baseiam na ambição de reduzir as emissões de GEE aos níveis necessários para limitar o aquecimento global a 1,5 ºC, no caso das de âmbito 1 e 2, e abaixo de 2 ºC, nas de âmbito 3.
A Navigator vem desenvolvendo um conjunto de estratégias para medir e reduzir a sua pegada total de GEE, bem como promover a mitigação e adaptação aos riscos gerados pelas alterações climáticas. Com a adesão à SBTi, a companhia portuguesa avança no alinhamento a critérios e metodologias de base científica que merecem reconhecimento internacional no âmbito da agenda global do clima, afirmando a sua liderança em sustentabilidade.
Cabe ressaltar que a Navigator foi a primeira empresa portuguesa, e uma das primeiras a nível mundial, a antecipar para 2035 o compromisso de ter os seus complexos industriais neutros em carbono. Para esse fim, a empresa havia já definido, em 2019, uma estratégia que inclui projetos baseados no uso de fontes renováveis de energia, principalmente biomassa e solar, com o intuito de minimizar as emissões de dióxido de carbono (CO2) resultantes da sua atividade e promover a melhoria do seu desempenho energético. Além disso, a floresta gerida pelo grupo possui um estoque de carbono equivalente a 6,1 milhões de toneladas de CO2.



















