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Transformação digital impulsiona eficiência e competitividade na IPEL

Com iniciativas que integram automação, análise de dados e digitalização, a empresa investe em inovação tecnológica para aumentar produtividade e fortalecer sua posição no mercado de tissue

A transformação digital deixou de ser tendência para se tornar fator decisivo na competitividade das indústrias de tissue. Nesse contexto, a IPEL avança de modo consistente em sua jornada de digitalização, combinando automação, análise de dados e sustentabilidade para aumentar eficiência industrial, reduzir desperdícios e criar maior resiliência em um mercado cada vez mais desafiador.

Segundo Marlon Souza, diretor de Gestão e Tecnologia da IPEL, a tecnologia é tratada como meio e não como fim. “Nossa estratégia parte de um princípio claro: a tecnologia deve estar a serviço do negócio e das pessoas”.

A companhia trabalha com um roadmap de transformação digital que prioriza iniciativas de alto impacto no desempenho industrial e comercial. Entre elas, destaca-se a integração de sistemas de gestão (ERP, MES e APS), que amplia a sincronia entre planejamento e execução da produção e garante visibilidade de ponta a ponta da cadeia de valor. “Nossa abordagem é incremental, mas com visão de longo prazo, garantindo que cada investimento tecnológico traga retorno mensurável e esteja alinhado aos objetivos estratégicos da companhia”, acrescentou Marlon.

Outro avanço está na digitalização da logística, que possibilita gestão em tempo real de estoques e expedições. A automação industrial e os sensores inteligentes também são utilizados para monitorar variáveis críticas e assegurar confiabilidade operacional, enquanto canais digitais com suporte de IA ampliam o relacionamento com clientes de forma rápida e proativa.

AUTOMAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO

A automação já desempenha papel central na competitividade da empresa. “Hoje, ela garante padrões de qualidade consistentes, aumento da produtividade e redução de custos. No futuro, será ainda mais estratégica, permitindo flexibilidade para ajustes rápidos na produção, integração com dados de mercado e maior previsibilidade nas entregas”, destacou o executivo.

A análise de dados é outro pilar desse processo. “Utilizamos dashboards integrados que consolidam informações de produção, vendas e logística, permitindo identificar gargalos, antecipar demandas e ajustar rotas de forma proativa”. Com essa iniciativa, a fabricante acelera a tomada de decisão, aumenta a assertividade e reduz riscos, maximizando oportunidades.

EFICIÊNCIA E SUSTENTABILIDADE ALINHADAS À TECNOLOGIA

A digitalização fortalece ainda a estratégia sustentável da IPEL, com monitoramento em tempo real de parâmetros de produção e manutenção preditiva para evitar paradas não planejadas. “Com processos mais padronizados e automatizados, conseguimos minimizar desperdícios de matéria-prima e energia, impactando diretamente nossa competitividade e sustentabilidade”, ressaltou Marlon.

CULTURA ABERTA À INOVAÇÃO

Para a companhia, tecnologia só gera resultados quando há engajamento humano. “Cultivamos uma cultura de inovação e aprendizado contínuo, envolvendo as equipes desde a concepção dos projetos até a operação. Uma cultura aberta à transformação digital é o que garante que a mudança seja sustentável”, pontuou o diretor.

A empresa também enxerga valor na troca com outros players e atua em conjunto com fornecedores de tecnologia, consultorias e clientes para cocriar soluções que beneficiem toda a cadeia. “Parcerias estratégicas funcionam como catalisadores: unem nossa expertise industrial à especialização técnica de fornecedores e consultorias. Isso nos permite implementar soluções mais robustas, testar inovações em escala controlada e expandir rapidamente as iniciativas bem-sucedidas”, explicou.

O PAPEL DA TECNOLOGIA NO CRESCIMENTO DA INDÚSTRIA DE TISSUE

Olhando para o futuro, a IPEL acredita que a convergência entre inteligência artificial (IA), internet das coisas (IoT) industrial e análise preditiva terá impacto transformador na indústria de tissue. “Essas tecnologias permitirão linhas de produção cada vez mais inteligentes, integradas a dados de consumo e capazes de responder em tempo real às exigências do mercado”, concluiu Marlon.

Na visão da companhia, a transformação digital representa um antídoto contra a volatilidade que marca a indústria de tissue na América Latina, especialmente diante das oscilações nos custos de celulose, energia e logística. Ao unir eficiência, previsibilidade e sustentabilidade, a IPEL acredita estar fortalecida para crescer com resiliência e consolidar sua posição de protagonismo no setor.

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Sandra Nascimento

Sandra Nascimento é jornalista, pós-graduada em Comunicação Organizacional e desde 2022 escreve sobre os mercados de papel e celulose.
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