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Santher adota tecnologias de segurança visando à proteção de dados

A empresa implementou um projeto de cibersegurança com o objetivo de entrar em conformidade com a nova Lei Geral de Proteção de Dados

Uma das maiores fabricantes de papel tissue do país, a Santher adotou tecnologias de segurança da Microsoft com o objetivo de entrar em conformidade com a nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). No ano passado, a empresa identificou uma necessidade maior de defesa digital das informações.

O projeto incluiu o uso de soluções na nuvem Azure, implementadas pela Solo Network, após uma avaliação do ambiente da companhia. Dentre as tecnologias aplicadas, destacam-se: Active Directory, Information Protection, Data Loss Prevention (DLP) e Microsoft 365 Compliance Manager.

A Santher decidiu implantar o uso das ferramentas após estabelecer como objetivo a obtenção da certificação ISO 27001, referência internacional para a gestão de Segurança da Informação.

Os recursos utilizados visam, principalmente, à proteção de dados sensíveis, restrição para que informações sigilosas fossem compartilhadas sem autorização pelos colaboradores, e ao processo de categorização de informações sigilosas e públicas.

O projeto de cibersegurança para a Santher também incluiu a qualificação dos colaboradores que utilizarão essas ferramentas nos próximos meses. Na etapa pós-venda, a Solo Network apoio o processo de implementação e treinamento da equipe interna de tecnologia para que a companhia ingressasse em 2021 preparada para colocar em prática os processos de adequação à nova LGPD e seguindo todas as exigências da ISO 27001.

“O trabalho da Solo foi fundamental, pois nos ajudou a identificar várias oportunidades de melhorias sem necessidade de investir mais por isso e, novamente, a Microsoft se mostrou um parceiro em que podemos confiar para atender as mais avançadas necessidades de segurança”, diz Leandro Silva, gerente executivo de Tecnologia da Informação da Santher.

A LGPD foi aprovada em 2020 e passa a vigorar a partir de agosto. A nova legislação prevê multas de até 2% do faturamento bruto anual, podendo atingir até R$ 50 milhões para vazamentos de dados.

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