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Negócios com propósito: o novo normal

Por Fernando Pinheiro, diretor-presidente da Copapa

No atual contexto da pandemia, é nítida a atenção que os consumidores estão dedicando ao comportamento das empresas quanto à sua forma de se posicionar na sociedade:  se estão conduzindo suas atividades com respeito aos seus colaboradores e clientes, como usam seus canais de comunicação, se estão promovendo doações para ajudar no combate à Covid-19 ou para ajudar os mais vulneráveis. Em outras palavras, as pessoas estão observando quais empresas manifestam alguma outra preocupação, além dos lucros para seus proprietários, sócios e acionistas.

Negócios com propósito: o novo normal

Em tempos de crise, as pessoas fazem naturalmente uma revisão de valores e prioridades. Se antes da pandemia o “capitalismo consciente” era um diferencial no modus operandi de algumas empresas, a tendência agora é que a sociedade passe a exigir da iniciativa privada um modelo de produção e de relacionamento com a sociedade cada vez mais comprometido com a sustentabilidade em seus três pilares: social, econômico e ambiental.

Ao mesmo tempo em que estamos vivendo um momento de riscos e fragilidade econômica, a iniciativa privada está tendo a oportunidade de ressignificar seu propósito, repensar como pode ser útil para a sociedade e como os negócios impactam o planeta no ponto de vista ambiental.

No início dos anos 90, quando aconteceu a Eco-92, representantes de 178 países do mundo se reuniram no Rio de Janeiro para decidir que medidas tomar para diminuir a degradação ambiental e garantir a existência de futuras gerações. A questão ambiental não é um problema novo. Há mais de 30 anos, especialistas estudam profundamente os efeitos dos impactos ambientais das atividades sociais e econômicas e alertam os riscos das mudanças climáticas.

Há dez anos, começamos um processo de transformação cultural na Copapa, quando colocamos a sustentabilidade no centro do nosso negócio. Nós percebemos que o nosso mercado precisava de inovação e que não fazia mais sentido a disputa de qual marca faz um papel higiênico mais branquinho e macio. Era preciso investir em processos mais sustentáveis e mais responsáveis com nossos stakeholders.

Analisamos o ciclo de vida do papel higiênico, investimos em pesquisas e inovação, fizemos parcerias extremamente gratificantes e, no início deste ano, colocamos no mercado o Carinho Eco Green, o primeiro produto da categoria no Brasil sustentável do início ao fim: da escolha das matérias-primas, passando pela produção, distribuição e chegando ao descarte. Como chancela dos nossos esforços, recebemos o Rótulo Ecológico ABNT Ambiental, uma certificação de terceira parte.

A atenção com o meio ambiente e com o desenvolvimento socioeconômico do município onde trabalhamos (Santo Antônio de Pádua – RJ) é uma questão que vem crescendo na política de gestão da nossa empresa ao longo dos anos. Nosso próximo objetivo é nos certificar pelo Sistema B, um movimento global que pretende redefinir o conceito de sucesso nos negócios e identificar empresas que utilizem seu poder de mercado para solucionar problemas sociais e ambientais.

Posso afirmar que o trabalho com propósito está tornando nossa empresa mais forte no mercado, mas essa é apenas uma das consequências. Trabalhar com o espírito de colaboração e comprometimento com a sociedade e com o planeta nos deixa mais felizes e motivados. No final do dia, saber que nosso negócio tem impacto social e ambiental positivos nos dá ânimo para seguir em frente e superar todos os desafios que ainda estão por vir.

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