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Lotus Química: do interior de Santa Catarina para o mundo

No seu planejamento estratégico, construído juntamente com renomada empresa de consultoria, está a sua internacionalização

Há 20 anos, na cidade de Lages, no interior catarinense, a Lotus Química era fundada. Empresa especializada na fabricação de insumos para a indústria de papel e celulose, a Lotus Química tem feito a sua história baseada em princípios raros de serem praticados por empresas de pequeno e médio porte.

Inovação é a palavra-chave. Seus produtos são, na maioria, de desenvolvimento próprio e exclusivo, e têm como proposta substituir a necessidade de vários outros. Em resumo, em um único insumo, o cliente encontra versatilidade, eficiência, altíssimo retorno sob o investimento e completo respeito ao meio ambiente na produção de papel, seja ele de fibra virgem ou reciclado.

E, depois de duas décadas de relações duradouras com clientes do setor de papel e celulose no Brasil, a Lotus quer ir mais longe.

No seu planejamento estratégico, construído juntamente com renomada empresa de consultoria, está a sua internacionalização, objetivo este que já começou a sair do papel na América Latina.

Segundo a Risi Global Tissue Outlook 2020, a América Latina é responsável por 11,1% da produção de papel tissue no mundo, ficando atrás apenas do Oeste Europeu (16.9%), China (23.3%) e América do Norte (23,9%). A mesma ordem vale para a produção de celulose em geral.

Após essa primeira curva de aprendizado sobre operar em outros mercados, com regulamentações, leis, taxas, impostos e principalmente, cultura de negócios diferentes, a Lotus planeja alçar voos maiores rumo à América do Norte.

Estados Unidos e Canadá se destacam pelo alto volume de produção e consumo de papéis tissue e, principalmente, do papel para embalagens em geral, desde a indústria até a chegada do produto no consumidor. O mercado de packaging-paper, expressão em inglês para esse tipo de papel, em 2018, teve avaliação em 92 bilhões de dólares.

Com o crescimento do e-commerce em função da pandemia, estima-se crescimento superior a 100 bilhões de dólares em 2020, segundo pesquisa da McKinsey & Company.

Hoje, a empresa já mantém parceiros no Canadá e, em um ritmo ainda conservador, já inicia as primeiras pesquisas de mercado e, principalmente, sobre as regulamentações locais para o setor.

 

O maior desafio é ainda a logística e processamento de um insumo 100% líquido em territórios longínquos.

Em termos bastante didáticos, esse processo pode ser comparado com o executado pela Coca-Cola, cujo insumo concentrado é enviado (a sua famosa fórmula secreta), e a diluição e engarrafamento são feitos localmente.

Para a Lotus Química, as opções são algumas, e vão desde a diluição do insumo no próprio cliente, em unidade própria da Lotus montada no país de destino, ou até em parceria com outras empresas químicas não concorrentes. Na 3ª opção, um padrão de qualidade e principalmente, de boas práticas ambientais deverão ser seguidas, pois esse é um dos atributos que mais diferenciam a empresa das demais: a responsabilidade ambiental em 100% do processo, inclusive com o retorno e higienização dos containers utilizados para distribuição.

No ano de 2019, a Lotus Química mudou de casa e inaugurou uma planta com mais de 2.000 m², e essa mudança veio também com o propósito de suportar o aumento da produção tanto para consumo nacional, como também internacional.

“Muito ainda tem para ser feito no mercado nacional. Nunca estivemos tão seguros em assumir compromissos maiores com empresas ainda mais agressivas e de maior volume produzido. Temos um produto extremamente eficiente e inovador que atende todos os desafios do setor para a próxima década. Redução de custos operacionais, aumento da eficiência e, principalmente, compliance ambiental são as maiores entregas da Lotus”, declara Tulio Lima, fundador e diretor executivo da Lotus Química.

“Mas estamos estruturando esse crescimento de forma sistêmica e integrada, já visando não apenas para avanço em território nacional, como também em um futuro muito próximo, a exportação para o mercado internacional”, conclui o diretor.

Todo esse movimento da Lotus Química é mais um exemplo da agilidade que negócios mais enxutos e automatizados têm, abrindo ampla vantagem sobre as empresas mais robustas e engessadas.

Desse modo, a companhia espera ver, em breve, as bandeiras de Lages, Santa Catarina e, principalmente, a brasileira, hasteadas em horizontes cada vez mais distantes.

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