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Kimberly-Clark fecha o quarto trimestre com receita de US$ 4,8 bilhões

A divisão de papel tissue da companhia foi a que mais cresceu no intervalo, com avanço de 14%, para US$ 1,72 bilhão

A multinacional de bens de consumo americana Kimberly-Clark, dona da marca Neve, concluiu o quarto trimestre de 2020 com um aumento de 6% na sua receita global, para US$ 4,83 bilhões. O crescimento acompanha o aumento da demanda por produtos de higiene pessoal em meio à pandemia.

Por outro lado, houve queda no lucro líquido em 1%, com relação a 2019, para US$ 539 milhões. Os dados foram divulgados nessa segunda-feira, 25, pela companhia.

Um dos fatores que influenciaram no resultado foi um ganho não recorrente alcançado no Brasil, após a resolução de uma questão tributária. O efeito positivo no lucro líquido foi de US$ 51 milhões.

Com relação às vendas, a divisão de papel tissue da companhia foi a que mais cresceu no intervalo, com avanço de 14%, para US$ 1,72 bilhão.

A divisão de personal care, que é responsável pela maior parte da receita da multinacional, avançou 5%, para US$ 2,34 bilhões. Foi registrado aumento nas vendas do Brasil, o que colaborou para o crescimento de 7% nos resultados dos mercados emergentes.

A divisão professional/institucional, que atende a empresas e estabelecimentos comerciais, teve queda de 9% devido às medidas de distanciamento social.

O resultado final foi superior ao esperado pelo mercado: o lucro por ação ajustado ficou em US$ 1,69, valor abaixo ao da projeção de analistas que acompanham a companhia, de US$ 1,62, segundo a agência de notícias “Dow Jones Newswires”.

 

PROJEÇÕES PARA 2021

A empresa americana projeta aumento de vendas de 4% a 6% em 2021, se a pandemia do coronavírus não causar interrupções na cadeia de suprimentos.

De acordo com a multinacional, a aquisição da Softex Indonesia, concluída em outubro, deve contribuir para o aumento de 2% das vendas. Por outro lado, a saída de alguns negócios pode ocasionar em ligeira queda da receita.

Essa estratégia faz parte de seu programa de reestruturação, que foi anunciado em 2018 e deve ser concluído neste ano.

A previsão de crescimento, em termos orgânicos, é de 1% a 2% da receita. Conforme a organização, o lucro por ação é esperado em US$ 7,75 a US$ 8.

Fonte
Valor Econômico
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