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Jari Celulose chega a acordo com trabalhadores e fábrica volta a operar

A produtora de celulose solúvel atravessa um momento delicado, com a recuperação judicial suspensa e recursos limitados em caixa para custear suas operações.

A Jari Celulose, produtora de celulose solúvel com fábrica em Monte Dourado (PA), na área da floresta amazônica, voltou a operar no fim de semana, após chegar a um acordo para pagamento parcelado dos salários e benefícios que estavam atrasados desde outubro. A Jari atravessa um momento delicado, com a recuperação judicial suspensa e recursos limitados em caixa para custear as operações.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Industria de Papel e Celulose do Pará e Amapá (Sintracel), Ivanildo Uchôa, os 682 funcionários diretos da fábrica aceitaram receber, nesta segunda-feira (16), o salário referente a outubro, três cestas básicas que estavam atrasadas e férias que ainda não haviam sido pagas. O restante, incluindo o décimo terceiro, deve ser pago em até quatro vezes

Com a retomada da produção, a Jari terá condições de afretar um navio para escoamento de celulose para o mercado em janeiro, o que dará condições de fazer frente a parte do pagamento que segue atrasado. A empresa habitualmente faz um embarque de fibra a cada 30 dias. “É possível que até março esteja tudo quitado”, disse Uchôa.

Conforme o sindicalista, logo após a retomada da operação fabril, um dos funcionários diretos da empresa caiu da esteira de carregamento de cavacos de madeira e segue internado em estado grave.

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As operações na fábrica da Jari, que tem capacidade instalada para 250 mil toneladas por ano, foram paralisadas no dia 7, depois de os trabalhadores da unidade iniciarem uma greve geral por causa do atraso no pagamento de salários.

Fonte: Valor Econômico