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International Paper reverte prejuízo no primeiro trimestre

A International Paper, maior fabricante mundial de papéis de imprimir e escrever, reportou lucro líquido de US$ 313 milhões, ou US$ 0,74 por ação, no primeiro trimestre deste ano, revertendo perda de US$ 95 milhões, ou US$ 0,21 por ação, registrada um ano antes.

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No ano passado, os resultados da IP refletiram encargos de US$ 495 milhões com o fechamento de uma fábrica no Alabama.

As receitas da companhia, porém, recuaram 3,6% na mesma base de comparação, para US$ 5,52 bilhões, diante dos volumes sazonalmente mais fracos e de algumas questões relacionadas ao inverno no hemisfério norte. O resultado na última linha do balanço superou as expectativas de Wall Street, enquanto as receitas ficaram abaixo do esperado.

No segmento de embalagens industriais, a companhia reportou um ligeiro acréscimo no resultado operacional, de US$ 453 milhões para US$ 468 milhões. Custos de produção mais baixos, especialmente nas contas de energia e de transporte de mercadorias, foram parcialmente compensados pelo menor volume de venda de caixas, diante da sazonalidade do período, e do menor preço de exportação.

O lucro trimestral operacional da unidade de negócios de papéis de imprimir e escrever alcançou US$ 109 milhões, comparável à perda de US$ 410 milhões um ano antes. Segundo a IP, os ganhos na América do Norte com celulose e papel recuaram na comparação com o quarto trimestre diante do preço médio de vendas mais baixo e custos operacionais mais altos influenciados por questões climáticas.

Brasil

“Adicionalmente, os ganhos no Brasil decresceram em razão do volume de vendas sazonalmente mais fraco, manutenção da fraqueza da economia local e mix de vendas menos favorável”, informou a papeleira em relatório.

De janeiro a março, o negócio de embalagens da IP no Brasil comercializou 72 mil toneladas curtas, frente a 79 mil toneladas curtas um ano antes. Já as vendas de papéis de imprimir e escrever recuaram de 271 mil toneladas curtas no primeiro trimestre de 2014 para 235 mil toneladas curtas no primeiro trimestre deste ano.

Valor Econômico