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Fibria comemora alta do dólar

FIBRIA

A forte desvalorização do real frente ao dólar, que rompeu neste mês a barreira dos R$ 3, tem trazido um alento para setores da indústria brasileira, sobretudo para os exportadores, que começam a mirar uma alta na rentabilidade e a enxergar novas oportunidades de mercado – apesar do baixo crescimento da economia brasileira, que em 2014 teve expansão de apenas 0,1%.

Muitos setores ainda sofrem com a falta de competitividade do produto nacional e com a queda dos preços das commodities no mercado mundial. Mas empresas como a Fibria, com mais de 90% da produção destinada a exportações, tem se beneficiado, e muito, com o câmbio.

Fibria_TresLagoas

“Não fazemos projeções, mas o câmbio, do jeito que está, realmente é muito bom. A desvalorização do real tem um efeito muito positivo para nossa receita e, consequentemente, mais positivo ainda na nossa geração de caixa”, afirma Guilherme Cavalcanti, diretor de finanças e relações com investidores da Fibria, a maior produtora de celulose de eucalipto do mundo.

A gigante brasileira foi criada em 2009, após incorporação da Aracruz pela VCP.

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