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Celulose Coronavírus Notícias

Diretor da Klabin diz que impacto do coronavírus no mercado de celulose ainda não está claro

fabrica de celulose klabin

De acordo com José Soares, eventuais efeitos poderão começar a ser percebidos no decorrer desta semana, com a retomada das atividades administrativas no país asiático

diretor comercial klabin jose soares

Foto: Divulgação

O diretor comercial de celulose da Klabin, José Soares, afirmou que ainda não há clareza sobre o impacto que o surto de coronavírus na China poderá ter sobre os negócios com a matéria-prima, mas eventuais efeitos poderão começar a ser percebidos no decorrer desta semana, com a retomada das atividades administrativas no país asiático.

“Vamos ter mais clareza com o retorno dos tomadores de decisão nas companhias”, disse, na última semana, em teleconferência com analistas para comentar os resultados do quarto trimestre.

A companhia anunciou, no início deste ano, um aumento de US$ 20 por tonelada para a celulose de fibra curta vendida na China, com aplicação neste mês. Segundo Soares, parte do reajuste já foi implementada e, por causa do surto, tem sido mais difícil conseguir contato especialmente com clientes de menor porte.

“Acreditamos que uma parte disso [do que ainda não foi aplicado] vamos conseguir. No momento, o reajuste deve ficar entre US$ 10 e US$ 15 a tonelada”, completou o executivo.

Sobre a greve da indústria de papel e celulose na Finlândia, Soares falou que há melhora na demanda dos clientes europeus ao mesmo tempo em que se vê “alguma pressão” do lado do fornecimento por causa da paralisação de fábricas finlandesas.

“Não vemos muito espaço [agora] para reajuste da fibra curta em fevereiro na Europa. Isso será analisado mais para o fim do mês. Para a fibra longa, o processo [de aumento de preços]está mais adiantado. A Metso anunciou US$ 40 por tonelada, mas nosso volume de fibra longa na Europa não é grande”, acrescentou.

Ainda sobre a greve, o diretor-geral da Klabin, Cristiano Teixeira, comentou que a companhia tem recebido constantes pedidos na área de papéis para fornecer a clientes que estão encontrando dificuldade de abastecimento por causa da paralisação.

“Está vindo aí uma pressão de demanda. Não é por um motivo que a gente comemore, mas vamos tentar ajudar os clientes na medida do que conseguirmos”, declarou.

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