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Credit eleva preços-alvo de fabricantes de papel e celulose

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O Credit Suisse elevou a recomendação para as ações da Fibria de neutra para “outperform” (equivalente a compra), com aumento do preço-alvo em 12 meses de R$ 46 para R$ 67, na esteira do real mais desvalorizado. Ao mesmo tempo, o banco atualizou as estimativas para Suzano Papel e Celulose, com elevação do preço-alvo de R$ 18 por ação para R$ 25 e manutenção da recomendação de compra.

Em relatório, os analistas Viccenzo Paternostro e Victor Saragiotto escreveram que a Fibria deve gerar cerca de R$ 2,3 bilhões de caixa, levando a um rendimento do fluxo de caixa atrativo, de 9%. “Nem mesmo nossa expectativa de tendência de baixa para os preços de celulose de fibra curta e do projeto de expansão (Três Lagoas II) em um cenário de excesso de oferta no mercado em 2017 e 2018 devem pesar sobre as ações, uma vez que a geração de fluxo de caixa deve permanecer forte e o projeto de expansão aos níveis atuais de câmbio oferece retorno atraente”, afirmaram os especialistas, acrescentando que o principal risco ao papel, no momento, é o de redução da posição do BNDES no capital da Fibria.

Em relação à Suzano, os analistas do Credit destacaram o histórico recente de desalavancagem financeira da companhia, a preferida do banco no setor (“top pick”), sustentado pelos projetos de expansão, esforços de redução de custo e pela melhora das margens devido ao real desvalorizado. “A Suzano deve gerar cerca de R$ 2 bilhões em caixa em 2015, reduzindo sua dívida líquida em relação ao Ebitda para 2,2 vezes, ante 4,1 vezes no fim do quarto trimestre.”

Valor Econômico