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CMPC espera encerrar o ano com 23 fábricas certificadas em consumo eficiente de energia

Empresa anunciou avanços e objetivos para cumprir a nova regulamentação da Lei de Eficiência Energética

O Grupo CMPC anunciou os seus avanços e objetivos para cumprir a nova regulamentação da Lei de Eficiência Energética e Sistemas de Gestão de Energia, no Chile, que estabelece que as grandes empresas consumidoras de energia devem realizar uma gestão ativa do seu consumo.

Entre elas, o grupo destacou a meta de que este ano, 23 fábricas de suas fábricas das três unidades de negócio – celulose, madeira e biopackaging e tissue (Softys) – sejam certificadas em consumo eficiente de energia.

O gerente de Bioenergias Florestais da CMPC, Enrique Donoso, ressaltou, em nota à imprensa, que a empresa, junto com suas unidades produtivas nos oito países onde atua, tem um consumo anual de energia de quase 37 mil GWh, o equivalente a 50% do consumo de eletricidade do país em um ano. Do total, 80% correspondem a fábricas de celulose.

Por isso, a companhia implementou, em 2013, um sistema de gestão do consumo de energia certificado, o que a permitiu poupar mais de 8.000 GWhe em cinco anos, equivalente ao consumo elétrico residencial das regiões Metropolitana, Biobío e Valparaíso, evitando a geração de 246.000 toneladas de CO2 provenientes do consumo de energia primária e economia de US$ 100 milhões na compra de diferentes fontes de energia, segundo Donoso.

A CMPC possui 15 fábricas no Chile certificadas em conformidade com a ISO 50001 versão 2018, e quatro na América Latina, incluindo a fábrica de Guaíba, no Rio Grande do Sul, que é a maior consumidora de energia da empresa. E a meta para este ano é que 23 usinas sejam certificadas na norma ISO 50001, que objetiva manter um sistema de gestão de energia eficiente.

Essa iniciativa, diz o executivo, está em linha com as metas ambientais anunciadas pela CMPC em setembro de 2019, principalmente com a redução de 50% nas emissões de gases de efeito estufa até 2030, e para “garantir processos e atividades sustentáveis ​​no longo prazo”.

Ele acrescenta que, inicialmente, os principais esforços se concentraram no setor de celulose, quando se iniciou a implementação do seu sistema de gestão de energia em 2013. “Mais tarde, ao longo do tempo, a empresa expandiu o seu sistema para as fábricas de Softys, Biopackaging e Maderas”.

Fonte
Diario Financiero
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