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Celulose Notícias

Cenibra planeja reajuste da celulose em janeiro

Tonelada deve aumentar em US$ 20, mesmo valor anunciado pela Suzano.

Unidade-de-Negócio-Celulose

A Celulose Nipo-Brasileira (Cenibra), com planta em Belo Oriente (Vale do Rio Doce), avalia reajustar os preços do insumo em janeiro, conforme o presidente da empresa, Paulo Eduardo Rocha Brant. O aumento deverá ficar em torno de US$ 20 a tonelada da celulose.

Brant afirmou, em entrevista ao jornal DIÁRIO DO COMÉRCIO, que a companhia deverá seguir o reajuste anunciado na semana passada pela Suzano Papel e Celulose. A concorrente irá reajustar o insumo em US$ 20 a tonelada a partir de 1º de janeiro.

Porém, no caso da Cenibra, a decisão ainda não está tomada. De acordo com o presidente da companhia, o assunto ainda será discutido com a Itochu, empresa responsável pelas vendas no mercado internacional da empresa, antes de uma definição.

Segundo ele, o aumento será possível em função de uma melhora nos indicadores do setor, como, por exemplo, níveis de estoque. Além disso, a variação cambial, com a desvalorização do real frente ao dólar, favorece o reajuste por parte das produtoras brasileiras.

O preço médio da celulose comercializada pela Cenibra é US$ 600 a tonelada. De acordo com Brant, os valores variam de acordo com o mercado em que o insumo será comercializado.

Apesar de a valorização do dólar resultar em incremento na receita da companhia, Brant afirma que a variação cambial não será suficiente para reverter as projeções de queda no faturamento em 2014, ante o exercício passado.

No acumulado do ano até novembro, a receita com as exportações da Cenibra caíram 6,03% em relação ao mesmo período de 2013. Os embarques movimentaram US$ 518,682 milhões, contra US$ 551,953 milhões nos primeiros 11 meses do exercício passado, segundo informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comercio Exterior (Mdic).

Ao longo deste ano, os preços da celulose apresentaram retração no mercado internacional. Entre os fatores apontados para a queda nas cotações, está o aumento da oferta em função da entrada em operação de uma unidade da Suzano no Maranhão e de uma outra fabricante no Uruguai.

Jornal Diário do Comércio