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Celulose tem ainda mais espaço para crescimento na China, diz estudo

Pesquisa aponta que as importações chinesas avançam em ritmo superior à produção local

A celulose brasileira, uma das líderes da pauta de importação da China, ainda tem amplo espaço largo espaço para expandir as vendas ao país nos próximos anos em comparação a outros gêneros exportados. A conclusão provém de um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), que cruza os dados do mercado chinês com os de exportação do Brasil e seus principais concorrentes nos principais segmentos do agronegócio entre 2014 e 2020.

O estudo aponta que, embora produza cerca de metade da celulose que consome, nos últimos anos, as importações chinesas avançam em ritmo superior à produção local – cenário que também deve se intensificar pela substituição da produção do insumo por outros de maior valor agregado. A presença chinesa nas exportações de celulose do Brasil saltou, em seis anos, para mais de 45%. O país pegou parte importante das fatias de mercado de Canadá, EUA, Chile e Rússia. Esse fenômeno tende a se intensificar, segundo a pesquisadora do Ipea, Scarlett Queen Almeida.

 

A pesquisadora ressalta, no entanto, que “só dados de exportação do Brasil não servem para indicar robustez e segurança na troca comercial com a China”. “Um panorama completo pede a análise do mercado chinês, para afirmar se as importações do país são ou não fração crescente da demanda e qual é a tendência da produção interna”, completa.

Fonte
Valor Econômico
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