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Celulose Notícias

Celulose Riograndense remove grande quantidades de CO2 com árvores

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O inventário de emissões de gases do efeito estufa (GEE) da Celulose Riograndense, realizado pela empresa porto-alegrense Ecofinance Negócios, concluiu que as árvores plantadas pela empresa são responsáveis pela remoção de grandes quantidades de gás carbônico (CO2) da atmosfera. De acordo com o GEE, no balanço da cadeia de produção de celulose, a empresa, além de anular todas as suas emissões, contribui para a diminuição do CO2 da atmosfera.

O balanço refere-se ao ano de 2014 e revelou que a indústria removeu CO2 da atmosfera em quantidade 15,9 vezes maior do que a emissão destes gases gerada por ela durante sua produção fabril. Isso significa que, para cada tonelada de celulose produzida em Guaíba, foram retiradas da atmosfera 25,75 t de gás carbônico. O processo de remoção de CO2 da atmosfera é naturalmente realizado nos 213 mil hectares de áreas de plantio da empresa. Na fase de crescimento, as árvores demandam uma quantidade muito grande de carbono para se desenvolver e acabam tirando esse elemento do ar. Esse processo natural ajuda a diminuir consideravelmente a quantidade de CO2 no ar que respiramos.

Para efeitos de comparação: a emissão anual de CO2 na atmosfera feita pela indústria guaibense corresponde à emissão de aproximadamente 300 mil veículos leves (considerando que estes rodem, em média, 15 mil km ao ano, emitindo 2,5 toneladas de CO2). Já a quantidade de CO2 removida pelas florestas da empresa equivale ao que 4,5 milhões de veículos lançariam no ar. Ou seja, as áreas de plantio da Celulose Riograndense removem 4,2 milhões de toneladas de gás carbônico por ano, o que representaria a retirada de circulação de todos os veículos leves de uma cidade como o Rio de Janeiro ou de cinco cidades como Porto Alegre.

O presidente da Celulose Riograndense, Walter Lídio Nunes, defende: “A Conferência do Clima da ONU, recém encerrada em Paris, selou um acordo histórico envolvendo quase todos os países do mundo num um esforço para reduzir as emissões de carbono e conter os efeitos do aquecimento global. O plantio de árvores deve, portanto, ser uma das prioridades para a diminuição de poluentes na atmosfera terrestre, pois esta é uma das possibilidades mais efetivas para ajudar a combater o aumento das temperaturas terrestres e suas nefastas consequências”. Walter Lídio ainda exemplifica: “Os benefícios gerados pelas florestas plantadas pela celulose Riograndense equivalem a evitar o desmatamento de uma área correspondente a 176.189 campos de futebol, ou, ainda, a evitar que sejam enviadas 5.081.520 toneladas de papel/papelão a aterros sanitários”.

O levantamento foi finalizado pela Ecofinance Negócios em outubro de 2015 e contemplou as emissões proporcionadas por fontes controladas pela empresa, as indiretas pelo consumo de energia, além da logística de insumos e de produtos, dentre outras fontes que fazem parte do negócio da indústria gaúcha. A captação de CO2 proporcionada pelas florestas plantadas foi mensurada, bem como as reduções de emissões proporcionadas pela auto-geração de energia da empresa, configurando um balanço positivo para empresa.

revistavoto.com.br