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Celulose deve seguir crescendo acima do PIB global, diz Mauricio Harger

Na visão do diretor-geral da CMPC no Brasil, os investimentos anunciados para 2022, como o BioCMPC, mostram a pujança e robustez do segmento de papel e celulose

Faltando menos de 100 dias para o término deste ano, a atenção do mercado já está voltada para o início de 2022. Os analistas e players do setor já fazem suas projeções e analisam as tendências para o ano vindouro, que deve trazer novas mudanças com o avanço da vacinação no país e a retomada da economia.

O diretor-geral da CMPC no Brasil, Mauricio Harger, encara o próximo ano com otimismo. Durante o Talk Tissue com Felipe Quintino, o executivo afirmou que, apesar das dificuldades enfrentadas durante a pandemia, existem importantes investimentos anunciados para 2022, como o BioCMPC, que mostram a pujança e robustez do segmento de papel e celulose.

“Acredito que a celulose seguirá crescendo acima do PIB global, por vários drivers. A tecnologia tem trazido inovação, a nanotecnologia e outros. A gente vai ver barreiras sendo rompidas e a celulose entrando em novas aplicações”, declarou Harger. Para ele, como consequência de um possível crescimento da celulose, haverá novos investimentos, assim como aumento da demanda, com certa estabilidade de preços.

Apesar do otimismo, ele ressalta que sempre pode haver variações. “É uma questão de oferta e demanda, mas no longo prazo, meu entendimento é que haverá uma estabilidade, até pelo aprendizado que nós tivemos com o nosso mundo e meio ambiente durante a pandemia”, disse Mauricio.

Harger tem observado novos hábitos dos consumidores, com uma crescente busca por produtos eco-friendly. “É uma demanda da sociedade que tem ido ao supermercado e tem substituído a embalagem de uso único que tem mais dificuldade de reciclagem ou de gestão desse resíduo”, explicou o diretor. “Espero que se prolongue cada vez mais o uso consciente, de matéria-prima renovável, que trará grandes investimentos para o nosso setor e para o nosso país”, completou.

Reafirmando a crença na importância de cuidar do meio ambiente, o executivo salientou que toda a cadeia de manejo e certificação florestal da CMPC tem se destacado mundo afora pelo selo FSC (Forest Stewardship Council, ou Conselho de Manejo Florestal, em português).

Por fim, Mauricio destacou os resultados robustos e consistentes que a maior indústria do Rio Grande do Sul vem alcançando, apesar do cenário adverso. “Estamos muito contentes em compartilhar que, mesmo em período de pandemia, a companhia acabou batendo recordes consecutivos de produção, melhorando a eficiência e trazendo essa confiança para os investidores de que essa unidade consegue receber mais investimentos e trará o retorno adequado para os investidores, a comunidade e colaboradores”, concluiu.

Confira na íntegra o Talk Tissue com Mauricio Harger, diretor-geral da CMPC no Brasil:

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