Uma pesquisa global realizada pela Tork, marca da Essity e líder mundial em higiene profissional, revelou que apenas 20% dos banheiros públicos atendem às expectativas de limpeza e higiene dos usuários. O estudo ouviu 11,5 mil pessoas em 11 países e destacou que 74% dos entrevistados esperam altos padrões de higiene, enquanto 40% afirmaram estar muito preocupados com a limpeza nesses espaços – índice que chega a 60% entre pessoas com germofobia ou condições semelhantes.
A insatisfação com a experiência leva a consequências significativas para os negócios: mais da metade dos usuários toma alguma atitude após uma experiência negativa, como passar menos tempo no local, reduzir o consumo de alimentos e bebidas para evitar o uso dos banheiros, ou até compartilhar avaliações negativas online. Em ambientes corporativos, 25% dos colaboradores afirmam dedicar menos horas de trabalho em locais com banheiros inadequados, e 15% preferem trabalhar de casa com mais frequência.
Além da limpeza, a pesquisa identificou que 54% dos visitantes enfrentam barreiras físicas ou cognitivas ao usar banheiros públicos, incluindo dificuldades relacionadas à mobilidade, sensibilidade dérmica, ansiedade, desconforto em ambientes compartilhados e neurodivergência.
Segundo Amy Bellcourt, vice-presidente de Comunicações da Essity, “quando um banheiro não atende às necessidades dos usuários, isso atinge diretamente a reputação e a receita de um negócio”.
Os principais fatores que levam usuários a evitarem banheiros públicos incluem insalubridade, odores desagradáveis, falta de insumos básicos e privacidade insuficiente. Com base nesses resultados, a Tork reforça a importância da higiene inclusiva como pilar estratégico para empresas que desejam melhorar a experiência do consumidor e reduzir impactos negativos nos resultados.


















