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Unidade 2 de Guaíba da CMPC terá parada geral das operações a partir de 13 de janeiro

Iniciativa, que tem o objetivo de fazer serviços de manutenção preventiva em toda linha industrial, vai reunir cerca de 65 empresas prestadoras de serviços e, consequentemente, movimentar a economia local

A CMPC Celulose Riograndense anuncia a parada geral das operações da Linha 2 de produção da unidade de Guaíba no período de 13 a 29 de janeiro. A iniciativa serve para que sejam realizados serviços de manutenção preventiva e otimização em equipamentos, processos e instalações com o objetivo de aperfeiçoar as atividades da fábrica. Dessa forma, quando a produção for retomada, a segurança e a qualidade nas operações estará garantida, além do cuidado com a preservação do meio ambiente.

“Esta será a primeira parada depois de 12 meses que estamos operando em plena capacidade de produção. Nossas equipes estão empenhadas e comprometidas com a logística, gestão de terceiros, eficiência e segurança, para que o reinício tenha total êxito”, afirma Mauricio Harger, diretor geral da CMPC Celulose Riograndense. Por meio de um trabalho interno estratégico, a unidade de Guaíba conseguiu diminuir a frequência das paradas gerais. Elas acontecem agora a cada 15 meses ao invés de 12. “Conquistamos mais três meses de operação sem alterar nossos indicadores de produção industrial e níveis de segurança”, destaca Harger.

Trabalharão nos dias de parada geral cerca de 2 mil profissionais, entre colaboradores da própria CMPC Celulose Riograndense e de aproximadamente 65 empresas prestadoras de serviços. A expectativa é que a economia local de Guaíba, em especial os serviços de hotelaria, alimentação e comércio, seja beneficiada com a presença de mais pessoas na cidade. A companhia adotou todas as medidas necessárias para reduzir ao máximo eventuais impactos para a comunidade nesse período.

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