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Smurfit Kappa tem resultados positivos com a retomada da economia

De acordo com o presidente da companhia no Brasil, Manuel Alcalá, julho teve demanda muito forte e agosto caminha para preservar o desempenho positivo

Após um curto período de enfraquecimento na demanda local em virtude da pandemia do novo coronavírus, a Smurfit Kappa, maior fabricante europeia de embalagens de papelão ondulado, começa a sentir os efeitos da retomada da atividade econômica no Brasil.

Além da maior exposição a mercados que acabaram estimulados positivamente pela crise, como o de higiene, a plataforma global de comércio eletrônico da companhia ajudou a filial brasileira a se manter com certa tranquilidade nos meses mais delicados do ano.

Para o presidente da Smurfit Kappa Brasil, Manuel Alcalá, está havendo retomada, porém não de forma explosiva. “Agosto já está praticamente tomado”. De acordo com o executivo, julho teve demanda muito forte e este mês caminha para preservar o desempenho positivo.

Smurfit Kappa tem resultados positivos com a retomada da economia

Apesar de não divulgar os resultados financeiros no Brasil, Manuel afirma que a companhia caminha para o quarto ano de crescimento superior ao do mercado local de caixas e acessórios de papelão. No mundo, teve receita consolidada de € 4,2 bilhões no primeiro semestre, queda de 9%, e Ebitda (resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de € 735 milhões, com margem de 17,5%. Trata-se do segundo melhor resultado da história da Smutfit Kappa nesse intervalo, que sustentou a retomada do pagamento de dividendos, suspensos em abril em decorrência da crise.

Conforme boletim estatístico de junho, divulgado na última semana pela Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO), houve resultado positivo nas expedições após dois meses de queda influenciada pelo impacto da Covid-19 na atividade econômica. Em comparação a junho de 2019, a produção nacional de caixas, acessórios e chapas de papelão subiu 6,4%, para 292,3 mil toneladas. Já em relação a maio, com ajuste sazonal, o crescimento foi de 12%. A alta acumulada foi de 2,1% no semestre.

A empresa, com sede em Dublin, na Irlanda, mantém atividades no Brasil desde o início de 2016, quando comprou duas fabricantes locais, a Inpa e a Paema. A companhia vem se beneficiando da propagação do comércio eletrônico no país, em virtude das medidas de distanciamento social. No primeiro semestre, teve um aumento de 46% nas vendas do canal on-line, em comparação com o ano passado. Do primeiro ao segundo trimestre, houve melhoria de quase 150%.

Esse desempenho, de acordo com o presidente da companhia, é resultado da implantação bem-sucedida do sistema e-Wheel, plataforma on-line desenvolvida no país, que possui um banco de dados com mais de 100 soluções de embalagens para comércio eletrônico.

O portfólio conta com criações de desenvolvedores de diferentes países, que variam conforme a missão de compra do consumidor. O e-Wheel também considera uma dezena de características de toda a linha de produção do cliente, de modo a permitir melhor planejamento e aumentar a eficiência na cadeia de suprimentos.

“Além da demanda mais forte de produtos essenciais, muitas empresas entraram no comércio eletrônico. Essa é uma tendência já consolidada, mas em relação às embalagens ainda há muito a desenvolver no Brasil”, comentou Manuel.

As soluções de embalagem para o varejo também ganharam destaque com a pandemia, informou o executivo. Sobre a consolidação da indústria de embalagens de papel no Brasil, Alcalá declarou: “A consolidação é positiva sempre. Desde que chegamos, estamos olhando potenciais aquisições”.

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