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Novas linhas de produção e conversão Tissue entram em operação no Brasil e aquecem mercado que segue promissor.

Sepac, Carta Fabril, Mili e Ipel, são algumas das companhias produtoras de Tissue no Brasil que através de investimentos no setor iniciaram recentemente ou vão iniciar nos próximos meses, novas linhas de produção e conversão Tissue.

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O mercado é promissor, e ao contrário de outros tipos de papel, onde a demanda vem caindo substancialmente nos últimos anos, o setor de papéis sanitários crescem, e as companhias enxergam amplas oportunidades.

Não chegaremos a um nível de superoferta de papel Tissue, visto que mesmo com crescimento acelerado, no Brasil, a participação do segmento residencial, é menor que a média latino-americana, porém com participação mais expressiva do papel higiênico.

A companhia Sepac, fez neste ano, o mais recente investimento em expansão registrado na linha do tempo histórica da empresa. Foi a MP5, que exigiu aporte de capital de R$ 180 milhões. A mais nova máquina de papel, fornecida pela Voith Paper, tem capacidade de produção de 100 toneladas/dia. O que elevou a capacidade produtiva para 350 toneladas/dia de papel Tissue. Além disso, três novas linhas de conversão foram compradas da empresa Fábio Perini.

A Carta Fabril, iniciou sua nova máquina de Tissue, em Julho. A linha fornecida pela Hergen, a linha tem capacidade para 30,000 toneladas de papel Tissue por ano. A companhia foca na produção de papel higiênico folha dupla e papel toalha. O investimento gira em torno dos R$ 50 milhões de reais.

Já a Mili, que responde por uma grande parte do consumo de Tissue no brasil, sobretudo no Papel Higiênico, investirá R$ 200 milhões na fábrica de Santa Catarina e R$ 50 milhões na de Curitiba, o que aumentará a capacidade de produção em 60%. Provavelmente em Outubro, a empresa deve iniciar uma nova linha de produção com capacidade de 250 toneladas/dia de Tissue, fornecida pela Voith.

A Ipel, com fábrica em Indaial, em Santa Catarina, programou também para o mês de outubro, o start de uma nova linha de produção, que foi fornecida pela Hergen, que deve dobrar a capacidade de produção da companhia. A Ipel que entrou recentemente no mercado de uso doméstico, acredita no setor, mas defende o aquecimento do mercado institucional, e planeja agregar valor à esse nicho com produtos diferenciados.

Há vários fatores exponenciais que possam ser citados, desde o crescimento no consumo do Tissue brasileiro, devido ao aumento da renda, ascensão das classes sociais, que buscam papéis de maior qualidade para o uso diário, tanto no setor doméstico, quanto no institucional, isso por exemplo, obriga as industrias a terem equipamentos avançados e a buscarem inovações para o seu produto final tornar-se atraente ao consumidor.

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