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Mulheres se destacam em áreas de gestão operacional no setor de celulose

No Brasil, são poucas as mulheres que desempenham essa função no setor de celulose

Faz parte da estratégia de crescimento da Fibria, líder global na produção de celulose de eucalipto, buscar de forma contínua o desenvolvimento dos seus profissionais, com foco no protagonismo das pessoas e no comprometimento com a valorização da diversidade em todas as relações. Nesse cenário, nascem histórias inspiradoras de pessoas que se destacam pelo seu trabalho. Esse é o caso de Vivian Pasotti e Luciene Scucato, as primeiras mulheres da Fibria, unidade Três Lagoas (MS), a ocuparem o cargo de Operadoras de Sistema Digital de Controle Distribuído (SDCD), no setor de Linha de Fibras.

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No Brasil, são poucas as mulheres que desempenham essa função no setor de celulose, que também é conhecida como Operação de Painel de Controle. Na área de operações industriais, essa é a função líder, o cargo máximo operacional. Entre suas principais atribuições estão controlar os processos da produtividade, a qualidade dos produtos, a precisão das operações e a segurança operacional, dentre outras atividades, por meio de um sistema de computadores da área de automação.

A história de Luciene Scucato é um exemplo do protagonismo da mulher na área industrial. Sua carreira na unidade da Fibria em Três Lagoas iniciou em 2008, como Operadora de Área. A oportunidade de subir de cargo surgiu em 2009, quando substituiu um colega durante as férias e atuou um período como Operadora de SDCD. Nesse período, Luciene aproveitou para se dedicar ao máximo e mostrar seu conhecimento e competência.

O resultado veio em 2011, quando foi promovida e se tornou a primeira mulher da Fibria, unidade Três Lagoas, a ocupar o cargo de Operadora de SDCD. “Era o que sempre desejei. Me sinto bastante motivada, pois constatei que, ao trabalhar com dedicação, buscando crescimento, somos reconhecidos. Fico muito feliz em trabalhar em uma empresa na qual as pessoas são valorizadas”, afirma Luciene.

A operadora diz, ainda, que sempre recebeu apoio da equipe e da empresa para desenvolver seu conhecimento. “Existe um apoio mútuo, somos respeitadas e tratadas igualmente e isso é fundamental para tornar o ambiente de trabalho colaborativo. Devido à troca de conhecimento em todas as escalas é natural que os indivíduos se desenvolvam como profissionais e como pessoas”, diz Luciene.

Já a história de Vivian Pasotti começa em 2007, quando se candidatou para uma vaga no curso de celulose oferecido pela Fibria em parceria com o Senai, em Três Lagoas. A operadora passou no processo seletivo e, após a conclusão da capacitação, foi contratada pela empresa em 2008 como Operadora Assistente. “Eu trabalhava como secretária escolar. A indústria era algo novo, desconhecido. Mas me encontrei no curso e decidi que faria minha carreira a partir daquele momento e, então, tive foco para crescer na profissão”, afirma.

Vivian assumiu o cargo de Operadora de SDCD no início de 2016 no setor de Branqueamento de Celulose. Segundo ela, a promoção é um grande passo para consolidar seu objetivo de vida e de carreira. “Sempre vamos encontrar desafios, mas o importante é seguir em frente e persistir. Estou realizada e grata à Fibria, empresa em que tive chances de me destacar na profissão e mostrar a outras mulheres que é possível seguir a carreira na indústria”, finaliza a operadora de SDCD da Fibria.

O gerente de Produção de Celulose da Fibria, unidade Três Lagoas, Vinicius Bassan Sierra, diz que faz parte da estratégia de negócio da Fibria estimular talentos. “A empresa prepara seus profissionais para alcançarem o máximo de desempenho em suas funções. Hoje, temos uma equipe engajada em uma proposta que oferece oportunidades de desenvolvimento pessoal ao mesmo tempo em que reforça os compromissos socioambientais da companhia, uma conexão direta entre a estratégia de negócio e a cultura interna. É motivo de muito orgulho para nós ter profissionais tão dedicadas ao seu trabalho”, afirma o gerente da Fibria.