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Mudanças na direção da CMPC no Chile e no Brasil

Desde primeiro de junho a Celulose Riograndense tem nova direção.

Walter Lidio, que dirigia a fábrica de Guaíba desde que ela pertencia a Aracruz deixou o cargo.

Desde o dia 7 de junho, também a  matriz chilena trocou o comando. Hernán Rodríguez Wilson renunciou ao cargo de Diretor Geral da Companhia.

Até que ponto essas mudanças tem relação?

A justificativa para a saída de Walter Lídio é de que ele, aos 70 anos,  já ultrapassou a idade máxima estabelecida no estatuto do grupo chileno para a posição.

Ele é um dos mais experientes executivos do setor, que acompanha desde a construção da primeira fábrica da antiga Aracruz, no Espírito Santo, em 1976.

Vindo da Fibria, resultante da união da Aracruz e da Votorantim Celulose e Papel (VCP), Walter Lidio assumiu a presidência da operação quando  os chilenos compraram a fábrica de Guaíba (RS) da própria Fibria, em 2009.e foi um dos responsáveis pela estruturação do negócio de celulose da CMPC.

“Com a conclusão do projeto Guaíba 2, ocorrida há mais de dois anos, e com a fábrica operando em condições ideais, o presidente Walter Lidio Nunes e a direção da CMPC entenderam que era a hora ideal para realizarem essa mudança”, informou a nota.

Francisco Ruiz, que assume a direcão geral do grupo, era presidente da Mexichem Brasil (Amanco), onde ocupou diversas posições. É engenheiro comercial e atualmente é o Diretor Geral da subsidiária de Celulose. Ele possui vasta experiência na CMPC, no Chile, no exterior e em diferentes áreas e negócios da Companhia.

Tanto a renúncia do Sr. Rodriguez quanto a nomeação do Sr. Ruiz-Tagle entrarão em vigor a partir de 1º de agosto de 2018.

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