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Celulose Notícias

Klabin está otimista e acredita na recuperação do mercado internacional em 2014

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O projeto, anunciado recentemente, vai exigir R$ 5,8 bilhões em investimentos.

A Klabin espera um cenário otimista para 2014 e acredita na recuperação no mercado internacional. É o que disse Armando Klabin, membro do conselho de administração da empresa.

“Eu só posso dizer que somos otimistas e, como tal, estamos levando adiante o maior empreendimento de toda a vida da empresa”, disse, referindo-se ao projeto Puma, nova fábrica de celulose que será construída no Paraná, e que adicionará 1,5 milhão de toneladas de capacidade de produção de celulose à Klabin, já em 2016.

Atualmente, a capacidade de produção da companhia, segundo o executivo, é de 1,7 milhão de toneladas. “A Klabin encontra-se com sua capacidade instalada praticamente absorvida, e assim contamos que continuará; nós estamos trabalhando no topo da nossa capacidade. [O que demonstra nossa] aposta muito firme no mercado”, explicou.

Segundo reportagem, o executivo deixou transparecer que esse projeto não se faz necessário para atender à demanda hoje. “Admitimos que as demandas atuais estão sendo atendidas e já estamos nos preparando para o restante do século. Acreditamos que o mercado vai continuar crescendo”, continuou.

O projeto, anunciado recentemente, vai exigir R$ 5,8 bilhões em investimentos. A fábrica será autossuficiente na geração de energia elétrica, com uma produção de 260 megawatts (MW) de energia. Desse total, a previsão é que 110 MW sejam utilizados para consumo próprio da Klabin e os 150 MW excedentes – energia suficiente para abastecer uma cidade de meio milhão de habitantes – disponibilizados para o sistema elétrico brasileiro. A maioria da produção da empresa de papel e celulose é destinada ao mercado nacional: dois terços. Klabin afirmou que a demanda interna está firme. A expectativa recai, entretanto, sobre o mercado internacional, que corresponde a um terço dos negócios da companhia.

O executivo participou, ontem, da inauguração do prédio da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio, que tem projeto do arquiteto Oscar Niemeyer. Essa é a primeira obra do arquiteto concluída após sua morte.

Fonte: CenarioMT
Adaptado por Tissue Online