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Kimberly-Clark reduz em 27% a captação de água na fábrica de Mogi das Cruzes

O projeto “Pegada Hídrica” foi desenvolvido junto com organização ambiental TNC

Foto: Reprodução

Uma parceria com a organização ambiental The Nature Conservancy (TNC) possibilitou à empresa Kimberly-Clark obter uma redução de 27% na captação de água de sua unidade localizada no bairro do Cocuera, em Mogi das Cruzes, em comparação ao ano de 2014. A fábrica mogiana obteve o terceiro melhor desempenho em captação de água por tonelada produzida entre as unidades da companhia em todo mundo.

A KC mogiana foi a escolhida para dar início ao projeto denominado “Pegada Hídrica” e o resultado foi determinante para estabelecer a compensação exigida em função do impacto ambiental relativo à captação e devolução de água para o rio Tietê. A derradeira etapa do projeto foi colocada em prática em 2017.

Uma compensação ambiental foi feita em 32 hectares do município de Salesópolis, considerada pela empresa uma “importante região para a proteção dos mananciais do rio Tietê”, tendo sido feito o plantio de aproximadamente 50 mil mudas de árvores nativas para recompor a reserva legal de propriedades rurais que estavam carentes desta correção.

No ano passado, a captação nas fábricas de papel da KC, em Mogi – e também em Correia Pinto, em Santa Catarina – registrou a melhora de 27% em comparação a 2014, alcançando uma economia acumulada de cerca de 1,5 milhão de metros cúbicos de água, graças às ações do projeto “Pegada Hídrica” aliadas aos ajustes e modernização nos maquinários da estação de tratamento de efluentes da empresa.

Com isso, até 70% da água captada circula e volta para o processo, enquanto a outra parte é tratada e volta para o Tietê, dentro dos parâmetros exigidos pela atual legislação ambiental. Ainda que a celulose seja a principal matéria-prima para a KC a água é coadjuvante decisiva do processo produtivo para a fabricação de papéis pela empresa.